segunda-feira, 20 de setembro de 2010

PORSCHEs HOLLYWOOD NO PELEZÃO

Uma corrida que assisti ao vivo no antigo autódromo improvisado que ficava no estacionamento do Estádio Pelezão, foi quando os famosos porsches da Equipe Hollywood tiveram uma derrota inesperada para a dupla brasiliense, Luiz Estêvão e Luiz Barata, pilotando um Royale GM, no qual os pilotos do Porsche 910, Anisio Campos e ALex Dias Ribeiro, foram pressionados pela dupla brasiliense até darem uma escapada e perderem a corrida, isto, se não me falha a memória, no sábado.
No domingo, o Greco colocou na pista o Porsche 908 pilotado pelo Luisinho Pereira Bueno e ele deu um show e ganhou a prova de ponta a ponta.
É uma corrida que não consta, pelo que eu saiba, em nenhuma revista especializada da época e as fotos, algumas já postadas aqui, também são raras, principalmente, a do Porsche 908 do Luisinho, que ainda não havia sido publicada em blogs.

Porsche 910 pilotado por Anisio Campos e Alex Dias Ribeiro

Luis Estêvão e Luis Barata no Royale GM seguido por Von Negri com o Chapéu de Freira



Porsche 908 pilotado pelo Luisinho Pereira Bueno que teria dato apenas umas voltas!

Colaboração do Ricardo Cunha que descobriu uma pequena nota na revista Quatro Rodas de 1972, até então, desconhecida, dando a versão do resultado da prova em que os Porsches Hollywood participaram aqui em Brasília, que segundo a nota, foram disputadas 4 provas, ao invés de 2, como conhecido e já divulgado por vários blogs especializados.
Embora, haviam alguns equívocos na divulgação de informações corretas, pelo menos, é uma revista especializada da época e que deve ser dado crédito, pois resultados mesmos, só pegando a planilha de resultados dos organizadores das provas da época, e isto, só "Deus" tem e as guarda a mil chaves.

Uma das provas, o resultado é este abaixo, com a vitória da dupla brasiliense, Luiz Estêvão e Luiz Barata.

A outra prova vencida pelo Luisinho, não consegui o resultado, mas se alguém souber, publicarei aqui.

Corrida em Brasilia, 1972
22 de Abril1 - Luiz Barata / Luiz Estêvão de Oliveira - Royale RP-6-Chevrolet
2 - Anísio Campos / Alex Dias Ribeiro - Porsche 910
3 - Antonio da Matta / Clóvis Ferreira - AC-Volkswagen
4 - Rômulo Consort / Aquino Consort - Prot. Minho-Volkswagen
5 - Haroldo Meira / Luiz Gladstone - Elgar GT-104
6 - Ruyter Pacheco / Nelson Piquet - Puma 1800
7 - Jaime Câmara Jr - Renault 4CV-Volkswagen
8 - Waldir Lomazzi / Bernardo Baessa - Prot. Giripoka-Corcel
9 - Edgar de Medeiros / Anderson Rocha - Volkswagen 1600
10 - Fernando Ramos / João Luiz da Fonseca - Volkswagen 1600


(Fotos, arquivo pessoal/Pururuca)

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

MORTE EM PETRÓPOLIS

Meio dia de sábado do dia 20 de julho de 1968. Quando foi iniciada a prova de classificação das Três Horas de Velocidade de Petrópolis, os pilotos da cidade, acostumados com o circuito, que naquele ano foi invertido, andavam muito rápidos. Aluisio Renato acelerava forte e passava todo mundo com sua alfa GTA, quando perdeu o controle na curva da catedral. Bateu no meio-fio, subiu e chocou-se contra uma árvore e um poste. O piloto deitou-se no banco rapidamente, e, por pouco, não foi degolado. Escapou com ferimentos leves no braço esquerdo.

Alfa GTA de Aloisio Renato

Depois chegou a vez de Sergio Cardoso. Largou às 13h45 pilotando a Alfa TI e ao iniciar a segunda volta entrou forte na curva da rua Floriano Peixoto. O carro desgovernou-se, foi de encontro a um paredão, bateu num poste, atropelou o meio- fio, subiu e atingiu outro poste, voando metro e meio acima do nível da rua. Sergio foi retirado das ferragens e durante dez horas lutou contra a morte no hospital. Por três vezes seu coração parou. Com traumatismo escefalocraniano, esmagamento no tórax e vários cortes no corpo, Sergio não resistiu. Morreu no domingo por volta de 2 horas da manhã.


Alfa TI de Sergio Cardoso, depois da batida


Sete horas depois, a prova era iniciada.

Antes da largada, os concorrentes fazem um minuto de silêncio pelo colega falecido. A tensão emocional era visível entre o público e os concorrentes. Luis Pereira Bueno, com o Bino, lidera a prova seguido de perto por Ubaldo Lolli, com o BMW nº 2. A velocidade é muito alta, o público vibra, mas a morte de Sergio Cardoso ainda pairava no ar. E, na terceira volta, na mesma curva que vitimou Sergio, Carol Figueiredo perde o controle do Mark I, nº 21, e o carro sobe nos sacos de areia, bate no paredão, atinge um poste, volta, rodopia e voa até se chocar contra outro poste. Wilsinho Fittipaldi, que se recusara a correr, corre em busca de ajuda médica.

Aqui a sequência da batida de Carol Figueiredo

O Mark I, depois de bater no paredão, continua pela pista, largando pedaços pela avenida


Continuando a sua tragetória

Até ser seguro por Wilsinho Fittipaldi que se recusara a largar



Um caminhão de bombeiros entra na pista em direção ao acidente. Bandeiras brancas e amarelas são agitadas. O público continua correndo. Luis Pereira Bueno, que completava a quarta volta, vê o caminhão de bombeiros, desvia-se para a esquerda e nesse momento aparece o Cacaio à sua frente. Luisinho tenta parar, mas é tarde. Cacaio é atingido, bate no para-brisa do carro, é jogado para o alto, cai e fica imóvel. Um policial chega e cobre seu rosto com um lenço.
A prova é suspensa e os carros vão parando, Luisinho chega ao boxe. Seu rosto está ensanguentado e ele desce do carro quase gritando:
- Peguei o Cacaio! Peguei o Cacaio!
No pronto socorro, Cacaio é operado com fratura dupla na bacia, perfurações na bexiga e intestino e fratura exposta na perna esquerda. Carol é internado no Hospital Santa Tereza com a coluna vertebral fraturada.


Carol Figueiredo é socorrido
Trinta carros largaram para o 11º Circuito de Petrópolis. Cerca de 50 mil pessoas assistiram à corrida nos seus 4.100 metros de ruas e avenidas. Não fosse a morte de Sergio Cardoso e a corrida poderia prosseguir. Mas o clima emocional criado com a perda do piloto e os dois acidentes de domingo foram a gota dágua, com as autoridades de Petrópolis declarando que aquela seria a última corrida de rua em sua cidade e posteriormente, em todo o Brasil.


(Fotos, reprodução, Fonte, Quatro Rodas)

terça-feira, 14 de setembro de 2010

LENDAS BRASILIENSES! - O PIPOQUEIRO DO CASEB


Quando comecei o blog e foi na época em que Brasilia estava prestes a comemorar os seus 50 anos e o Caseb também, descobri esta crônica da Maria Iaci sobre um pipoqueiro do Caseb que vendia mais do que pipocas.

"Entre as várias lendas e folclores que Brasília já tem, apesar de ainda nem ter completado 50 anos, tem uma que eu me sinto confortável em falar, porque fui testemunha ocular e auricular do fato. É a história do pipoqueiro que vendia maconha na porta do Caseb (alguns diziam da Caseb).

Sinto desapontar os afeitos às lendas, mas é fato, aconteceu de verdade. Eu estudava lá.

Um fim de tarde daqueles bem típicos em pleno período de seca, em que você se sente como se estivesse numa espécie de limbo, tava a molecada saindo da escola que nem morto-vivo, só querendo chegar logo em casa, quando rolou o bochicho -- sirenes, freadas, luzes piscantes e faiscantes, homens de farda, comandos altos e sonoros em ação... e lá se vai nosso pipoqueiro, preso em grande estilo!
Alegação: vendia maconha pras criancinhas inocentes.

Meu queixo caiu!
O meu e de mais uns 300 moleques, porque a gente nem desconfiava que o cara vendia algo além de pipoca.
Cabreira e descolada, fui perguntar prum chapa que eu sabia ser amigo de um baseadinho, se a denúncia procedia.
Procedia. Mas era na maior discrição... tanto é que nem eu, nem ninguém que não fosse do ramo (sem trocadilho), sabíamos disso.
E que eu saiba, ele jamais me vendeu -- ou pra qualquer conhecido meu -- pipoca de maconha, ou pipoca com maconha, ou baseado triturado em vez de sal na pipoca, ou maconha derretida no lugar da manteiga. Pelo menos as pipocas que comi tinham cheiro e sabor de pipoca. Com manteiga e sal. Substâncias perfeitamente legais, encontráveis em qualquer cozinha doméstica e domesticada. Porque naquele tempo não existia colesterol nem pressão alta.
Aliás, ele tampouco nos ofereceu as famosas -- e jamais vistas -- balinhas de maconha, com o fito torpe e pérfido de viciar os infantes incautos.
Eu tenho mesmo essa cara de viajandum, é de nascença. Não foi efeito da pipoca nem da balinha jamais vista ou chupada.

Não me lembro se este pipoqueiro voltou ou não. É pouco provável, tempos muito duros. Mas me lembro com certeza de que os outros fornecedores de coisas que não eram pipoca, que, naturalmente, nada -- frisa-se: nada -- tiveram a ver com a prisão do pobre do concorrente, sendo um deles fardado, embora do baixo clero, e o outro filho de Alguém, do Alto Clero, continuaram tocando os seus negócios com muita calma e tranquilidade...
Aí já não era mais segredo pra ninguém, embora não houvesse um que tivesse coragem de dizer isso mais alto do que um sussurro.
Perigava amanhecer sendo despejado do opalão branco no cerrado lá pras bandas da Barragem do Descoberto, pra lá da Ceilândia, e descobrir que tinha morrido. Tempos muito duros.

O tempo passou, o Caseb mudou, a gente cresceu... e uma noite no Beirute ouvi um grupo animado numa mesa próxima -- quiçá estivesse lá você, Wilson? -- discutindo acaloradamente se esse causo era lenda ou era verdade.
Não passou muito tempo, li sobre isso num artigo de um importante jornal do sudeste maravilha, dentre uma lista de outros mitos fatológicos de Brasília. Depois ouvi e li referências a este episódio em zil lugares diferentes. E ontem li num site estrangeiro! Provavelmente um recuerdo de algum filho de diplomata ou algo do gênero, que morou por aqui naquela época. Engraçado como essa historinha rendeu e caiu no gosto dos jornalistas, quando eles precisam tapar algum buraco na publicação (como se faltasse assunto)!

Em tempo, não assino embaixo desta crônica e não me comprometo, porque os eflúvios da marofa do tema podem ter afetado meu senso de percepção da realidade. E a minha noção de perigo.

Esta crônica se autodestruirá em 5 segundos.
Sem contagem regressiva

Maria Iaci"

(Fonte,Publicado no Recanto das Letras em 20/08/2009
http://recantodasletras.uol.com.br/cronicas/1763791)

domingo, 12 de setembro de 2010

ABRAÇO AO MUSEU DO AUTOMÓVEL DE BRASÍLIA - DEVOLUÇÃO DO GALAXIE JK

Neste domingo, realizou-se a devolução do Galaxie do Juscelino restaurado no QG do Exército ao Memorial JK, onde houve uma missa com a presença de antigomobilistas que fizeram uma carreata por Brasilia.
Após a entrega do Galaxie JK e a missa, fizemos um abraço simbólico ao Museu do Automóvel de Brasília, onde foram reunidos diversos antigomobilistas e seus carros que deram apoio para que o Museu seja mantido naquele espaço, com a presença do Curador do Museu, Roberto Nasser, que fez agradecimentos pela união em prol do Museu.
A boa notícia é que o Roberto Nasser será recebido nesta segunda pelo Governador do DF, para tentar, caso o Ministério dos Transportes não desista das ações de despejo, conseguir um local adequado para abrigar o Museu.


O Galaxie já exposto provisoriamente


Ótimo trabalho de restauração feito pelo QG do Exército


Visão frontaldo do Galaxie JK


Juscelino lá de cima vendo o belo trabalho de restauro do seu antigo parceiro

Missa no mesmo local onde foi realizada a primeira missa oficial em Brasília


Os antigos estacionados no eixo monumental em frente ao Museu do Automóvel de Brasilia

Mais antigos participando do evento

Roberto Nasser falando sobre o movimento de apoio ao Museu.

(Fotos, arquivo pessoal)

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

ABRAÇO AO MUSEU DO AUTOMÓVEL DE BRASÍLIA

Roberto Nasser, Curador do Museu do Automóvel de Brasilia

Domingo (dia 12) a partir das 8h, em apoio ao Museu do Automóvel de Brasilia, convidamos todos os antigomobilistas de Brasilia e outras cidades a participarem do evento que devolverá ao Memorial JK o Galaxie que foi do Presidente JK, restaurado pelo Ministério do Exército. A concentração da carreata será às 8 horas da manhã no QG do Exército, passeio pela cidade, chegada no Memorial, onde será realizada uma solenidade religiosa, seguida de café da manhã mineiro.
Após o evento e, do outro lado da "rua" (Eixo Monumental), abraçaremos literalmente o Museu.

Levem o seu antigo para darmos todo o apoio ao Roberto Nsser e ao Museu do Autommóvel de Brasília.


(foto, reprodução)

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

3 HORAS DE INTERLAGOS DE 1964

Mais um filme restaurado pelo Nelson Pasini e sua Pasa Produções mostrando as 3 horas de Interlagos de 1964.
Repare que Interlagos ainda era uma pista quase que improvisada com barrancos e matagal por todo lado e sem os Guard Rails, mas os grandes pilotos da época aceleravam forte. O chefe de equipe Luis Antonio Greco bem novinho em reunião com seus pilotos antes da prova e destaque para as famosas derrapadas nas 4 rodas do Bird Clemente e sua Berlineta Willys Interlagos nº 12, o Luisinho Pereira Bueno também de Willys Interlagos nº 22, Simca Abarth do Jaime Silva nº 26, o Simca Tempestade Abarth nº 44 do Ciro Cayres, o Alfa Zagatto do Piero Gancia nº 25, entre tantos outros participantes da época, como DKWs, Gordinis e Simcas.


segunda-feira, 6 de setembro de 2010

MUSEU DO AUTOMÓVEL DE BRASILIA

Semana passada fomos surpreendidos com o pedido de reintegração de posse movido pelo Ministério dos Transportes para que o curador do Museu do Automóvel de Brasilia, José Roberto Nasser, desocupe aquele espaço, já que eles alegam que precisam ocupá-lo com arquivos e documentos daquele Ministério.

Foi criada uma moção pública endereçada ao Presidente da República, solicitando que o Museu permaneça no local onde está e até ontem já haviam mais de 2500 assinaturas. Portanto, vamos dar nosso total apoio ao Museu do Automóvel através da Petição Moção de Apoio via Internet.

Para assinar a Petição acesse o link: http://http//www.peticaopublica.com/?pi=apoiomab.

No acervo encontraremos raridades como o exemplar do Willys Capeta, o Itamaraty Presidencial, o FNM-Onça, o Willys Gavea, primeiro formula 3 dos irmãos Fittipaldi, os Willys que estavam sendo depredados no antigo museu de Caçapava e que hoje estão guardados lá e sendo restaurados em regime de comodato cedidos pela Ford, além de vários outros exemplares, como mostram as fotos abaixo.

Willys Gavea

Camionetes, Alfas, Gordinis, Aero Willys

Raridades em lubrificantes automotivos

Os Willys que estavam no Museu Roberto Lee em Caçapava/SP

O Willys Capeta no cavalete fazendo revisão

Mais raridades

O raro GT Malzoni, Puma VW, o Uirapurú 4200 GT

Os Willys de 1906, espelhando a tecnologia primária da época, com quatro cilindros fundidos separadamente; um Willys Whippet 1928, Double Phaeton - quatro portas, conversível - com pequeno motor de quatro cilindros; um Willys Knight 1929, elegante e imponente sedã com capota em aço, e motor de seis cilindros com a hoje pouco conhecida tecnologia Knight, de camisas deslizantes, substituindo as válvulas convencionais.

SP2, Onça, Alfa, Uirapurú 4200 GT

O belo Alfa Romeo

Simcas Tufão, GTX e Rally



(Fotos, arquivo pessoal)

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

PROTÓTIPOS BRASILIENSES - OU QUASE?

O protótipo abaixo, entre tantos outros pelo Brasil afora, foi testado na pista improvisada do estacionamento do antigo Estádio do Pelezão, mas consta que nunca chegou a ser colocado numa disputa de corridas de verdade.

Repare, que na primeira foto, o piloto Ricardinho Nhen Nhen Nhen, grande amigo do Nelson Piquet, observa atentamente o protótipo que estaria sendo testado pelo Araí Xavier (piloto brasiliense que morreu num acidente da formula Ford na Inglaterra na primeira curva) e foi testado também pelo Nelson Piquet e segundo o piloto Ricardo Ramos, ele o teria capotado nesta mesma pista quando o testava e acabando aí com o sonho de vê-lo disputando uma prova.

Ampliando a foto, dá para se perceber que a estrutura improvisada da carenagem era feita de madeira (compensado), com a plataforma e suspensão dianteira volkswagem, coisa de doido, apaixonados, os verdadeiros sonhadores que fizeram parte da história do automobilismo brasileiro.


De pé e de jaqueta jeans, o famoso Pedrão, amigo do Piquet e que se aventurou na Europa juntamente com ele quando ele foi disputar as primeiras provas na Inglaterra, Ricardinho Nhen Nhen Nhen sentado na carenagem e o piloto Araí Xavier.

Aqui, já na pista, sendo testado pelo Araí Xavier.


Encostando no belo fusca (de quem seria?) uma comprovação de que a futura Divisão 3 estava por chegar.

To be continued...

Atualizando:

Segundo comentário do Ruyter Pacheco encaminhado para o meu email e bastante esclarecedor:

"Caro Jovino,

Recebendo o seu Email e checando no Blog, acredito que o piloto dentro do protótipo na primeira foto sou eu. Este carro foi idealizado e contruido por Nelson e eu com a carroceria de fibra de vidro feita no Pedrão.

Abraços,

Ruyter Pacheco"


(fotos, Napoleão Ribeiro)

terça-feira, 31 de agosto de 2010

PUMA VENCE COPA DE REGULARIDADE DE VEÍCULOS ANTIGOS DE BRASILIA

Resultado da 2ª Etapa da Regularidade no final do post.

Neste sábado passado foi disputada mais uma etapa da Copa de Regularidade de Veículos Antigos de Brasilia, vencida pelo Puma GTS do pumeiro Rafael Pereira que desbancou o Opala SS do piloto Leonardo que ganhou todas as etapas disputadas anteriormente.
Com a participação em torno de 30 veículos antigos, a Copa de Regularidade é um evento que já faz parte do calendário automobilístico do Distrito Federal.
A prova é organizada pela FADF com o apoio do Museu do automóvel de Brasilia e do Puma Clube de Brasília, onde estamos unindo esforços para, apesar da falta de patrocínios, movimentar os apaixonados por antigomobilismo aqui na Capital Federal.

Então, parabens do Rafael Pereira.

O Pumeiro Rafael Pereira, grande vencedor desta Etapa da Regularidade e seu belo Puma GTS

Presença do Mocambo Blog

Os Pumas de Bill Watson e Adriano Mortagua

O belo Dodge do Rafael Linhares

Presença da Confraria do MPLafer representado pelo Lafeiro Pedrinho

Meu puminha se preparando para sair para a pista

Confraria dos V8

Presença do David Troncoso e seu raríssimo Wastburg DKW

O pequeno Gurgel também fez persença pilotado pelo Anelito

Antonione e seu White Beatle

Presença do Pumeiro William e dos Dekavezeiros Jovem Mattos, Raul e digníssima

O belo SP2 do pumeiro Marcão, entre outros pumas estacionados


Os pumeiros, Adriano Mortagua e Paniago, Diretor Social do Puma Clube de Brasilia

Resultado da 2ª Etapa da Copa de Regularidade de Veículos Antigos de Brasilia


(fotos, Jovino e Rafael Linhares)

FORMULA VEE BRASIL

Mocambeiros,
Para quem é de Brasilia e outros Estados e ainda não conhecem, o meu amigo Joaquim Lopes Filho (o Mestre Joca) e o Roberto Zullino e sua equipe lá em Sampa, estão construindo um Formula-VEE com mecânica Volkswagem a Ar (Fusca) 1600 e estrutura tubular, sem nenhum apêndice aerodinâmico, como Spolios e Aerofólios, nos mesmos moldes das categorias que existem hoje e com grids cheios, na Austrália, Estados Unidos e em vários países da Europa.
É uma categoria realmente de baixo custo e que qualquer um poderá participar, mas ainda estão testando a primeira unidade para começarem a fabricação para a comercialização e que já tem várias encomendas.
Maiores detalhes, acessem o link http://formulaveebrazil.blogspot.com

Fala Joaquim,

"Neste último sábado o Roberto Zullino e eu estivemos mais uma vez em Piracicaba, ultimando detalhes do primeiro protótipo do Formula Vee Brazil. O carrinho está praticamente pronto, mas a cada vez que sai para uma voltinha, mais detalhes aparecem que podem ser melhorados


Joaquim no cockpit do Formula Vee

Nada de grande monta, mas são pequenas coisas que podem incrementar ainda mais o projeto e facilitar quando na linha de produção, como ganhar 3 cm na altura dos ombros - maior comodidade no habitáculo- novo reposicionamento do trambulador e pedaleiras, reforços nas laterais, etc.

Mas o que interessa é que nessas primeiras saídas o chassi se mostrou bastante confiável, com um comportamento até aqui acima do esperado e de facilima condução, o que nos deixa bastante tranquilizados neste aspecto.

O protótipo também se encontra com o motor quase em configuração prevista no regulamento, o que nos dá uma idéia bem próxima do desempenho esperado. Nesta semana o pessoal de Piracicaba - Eduardo Monis, Chico Crivellari e o Francisco Zurk - dão início à construção do segundo protótipo, já com as modificações acertadas.

Enquanto isso, o protótipo # 1 inicia os testes de pista para acertos gerais e testes de resistência do chassi, antes de entrar em produção as primeiras encomendas. Estamos animados e ansiosos mas é melhor dar um passo de cada vez".



(Fotos e filme, Joaquim)

domingo, 29 de agosto de 2010

QUIZ HISTÓRICO

Que lugar é este, carros e pilotos? O que eles estão fazendo neste estacionamento?



(Foto, reprodução)