domingo, 24 de maio de 2015

ENCONTRO DO CLUBE NAVAL 2015

Mas uma edição do Encontro de Carros Antigos do Clube Naval de Brasília, que vem se constituindo, como o melhor encontro de carros antigos de Brasília, pelo seu charme, organização e pelo belo clube onde é realizado.

Abaixo, muitas fotos.






 
 

 










 



























 

















segunda-feira, 11 de maio de 2015

CORRIDA DO BATOM NO DIA DAS MAMÃES

A última vez que assisti Corrida do Batom em Brasília foi no final dos anos 70 no autódromo Nelson Piquet quando participaram as mulheres de pilotos que disputavam o Campeonato Brasiliense de Turismo Força Livre, a TFL. Os pilotos cederam as suas máquinas para as suas esposas e elas correram com os carros de diversas marcas e preparação livre como, Fiats, Chevetes, Opalas, Mavericks, Passats e até o Fitti Porsche, que, na época, foi comprado pelo Olavo Pires e vendido posteriormente para o Paulo Guaraciaba que o cedeu para sua esposa Teresa Guaraciaba. A vencedora de uma das provas foi a Marcia com um Opala brabão com seis cornetas no capô e a segunda colocada foi a Teresa.

 Veja a largada de uma das provas nos anos 70. A Teresa Guaraciaba está no Fitti Porsche que foi preparado pelo Von Negri da Auto modelo.(esta prova foi realizada em Goiânia)
Teresa Guaraciaba numa das provas do Festival do Batom.

Neste final de semana, na sede do VCB, as mulheres aceleraram na primeira Corrida do Baton organizada pelo nosso clube. O percurso era dentro da própria sede do VCB e consistia em  dar uma volta no estacionamento em volta de cones que foram colocados em pontos estratégicos.

Aparentemente, a mais rápida, era a pumeira Marisa Andrade, que acelerou forte, jogando o seu felino de lado nas curvas,  parecendo Bird Clemente nos seus tempos áureos, mas acabou se perdendo nos cones e ficou na terceira colocação. A vendedora foi a Meire, esposa do Anelito, com um Passat LS, a segunda colocada foi a Renata, esposa do Pereira, pilotando um Karmann Ghia TC azul calcinha, a quarta colocada foi a piloto Magda Ferreira com uma BMW cabriolet e a última colocada foi a Pola, pilotando um Maveco vermelho de seis cilindros.

As fotos são de autoria de Marisa Andrade.

 As meninas confraternizando antes da prova com o Anelito e a neta.
 Marisa, Magda, Meire, Renata e Pola, as intrépidas pilotos e suas máquinas maravilhosas
 Renata Pereira acelerando para chegar na segunda colocação.
 Meire Anelito, desbancou as favoritas Marisa Andrade e Renata Pereira, e venceu a prova. As perdedoras disseram em entrevista coletiva, após a prova, que já estão preparando os seus carros para a próxima corrida do Batom.
 Marisa e seus possante felino, a terceira colocada.
 Pola, a última colocada com o seu Maveco 6 bocas
A nossa turma reunida para o bolo do dia das mães.


E abaixo, matéria do Correio Brasiliense com a vencedora de uma das provas Liliane Oliveira.

sexta-feira, 8 de maio de 2015

REMINISCÊNCIAS BRASILIENSES - "PAI ISAAC"

Uma pequena homenagem para o "Pai Isaac", pai de Alex Dias Ribeiro que faleceu onem e que foi publicada em 2011. R.I.P.

Já fiz um post aqui homenageando o Alex Dias Ribeiro, pois ele foi o meu primeiro ídolo no automobilismo desde que a Camber instalou-se, acredito, provisoriamente, na 702 Norte (nos fundos) no final da década de 60.

Na época dos Mil quilômetros de Brasília morava na quadra 312 norte e a subia, mais alguns amigos, até o começo da asa norte atrás das oficinas que estavam preparando seus carros para os Mil Quilômetros que era realizado no dia 21 de abril.

Lembro-me que o Alex o testava ali mesmo, na avenida de frente para a concessionária Disbrave, em pleno movimento dos carros que circulavam naquela avenida.

Uma vez cheguei até a ajudar a empurrá-lo para ele pegar.

Depois, a carcaça do Patinho Feio ficou jogada na 713 norte num terreno ao lado de uma oficina e ficou lá por um tempo, quando o Piquet o pegou, encurtou a distância entre eixos, retirou o aerofólio e ganhou o campeonato de automobilismo do Distrito Federal, se não me falha a memória, em 1972.

Conheci o patinho feio, quando, para mim, ele já não era feio e sim simpático.

Pois bem, o Alex me encaminhou o vídeo abaixo em que o seu Pai Isaac, faz um depoimento falando a respeito da história do início da construção do patinho feio. Aliás, o patinho feio é o resultado de um acidente em que o seu Isaac teve com o seu fusquinha que ficou destruído e que o dou para o Alex.

No teste de demonstração, o Alex colocou o Seu Isaac dentro do Patinho feio e o acelerou a 200km/hora em pleno eixo monumental.

É um documento histórico de como estes malucos brasilienses ousaram ir atrás dos seus sonhos.

Vale apena ver e ouvir todo o video.

Desde já, Alex e Fernando, muito obrigado.

O fusquinha do seu Isaac após o acidente. Dele nasceu um dos mais carismáticos protótipos concebidos naquela época

O resultado do fusca acidentado

Alex e o Patinho Feio numa quadra da asa sul em 1967, ou será no eixão?

Nelson Piquet no autódromo improvisado do estacionamento do Pelezão
ao lado de um puma e de um Avalone.

O Patinho Feio nos Mil Quilômetros de Brasília de 1970. Aquele que foi realizado debaixo de muita chuva e que começou às 3h da madruga quando foram cumpridos pouco mais de 800 quilômetros, com bandeirada para o Toninho da Mata e seu puma nº 35, e, posteriormente, a organização reconheceu o erro de cronometragem e deram a vitória para a Alfa da equipe Joly, pilotada por Marivaldo Fernandes e Emilio Zambelo, que somaram os pontos e o Toninho acabou por ficar com o troféu.

Alex na Formula 3 Inglesa

Antes e hoje, a turma que aconteceu em Brasília. Zeca, Helládio,  Alex e João Luiz.

Aqui o link para ver o video.

Como a incorporação do vídeo não está disponível, é só acessar o link abaixo.

http://www.facebook.com/#!/video/video.php?v=278094118877179