quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

REMINISCÊNCIAS BRASILIENSES TREZENTOSEDOZEANAS - LUISINHO BOMBINHA

Começarei a publicar exporadicamente aqui no blog as minhas reminescênicas da 312 Norte, quadra que moramos durante quase 20 anos e que marcou muito a minha vida e de muitos amigos de lá.

Meu pai veio para Brasília em 1959 para trabalhar na construção da cidade e passava uma boa temporada aqui e depois retornava à Goiânia para passar uns dias com a família. 

Esta foi a sua rotina durante anos, até que em 1965 recebeu um apartamento popular, colocou toda mudança em um caminhão estilo "Pau de Arara" e mudamos para cá, eu com os meus 8 ou 9 anos de idade e mais 6 irmãos e minha mãe.

A turminha posou para o retrato antes de vir para Brasília lá em Goiânia: da esquerda para a direita embaixo, Eu, os irmãos: Marcia e o Tonho. atrás estão o Mirson, a Graça e o Marcio. Veja a cara de timidez de todos diante do retratista.
 
Quando chegamos à cidade, levei um baque, pois ela era totalmente diferente daquilo que conhecíamos e ainda um enorme canteiro de Obras.
 
O enorme canteiro de Obras. As máquinas trabalhando para a nova capital.
 
Passamos pela cidade livre (Candangolândia) e o que me impressionou logo de cara foram as casinhas dos primeiros candangos que vieram morar aqui, todas feitas de madeiras praticamente iguais e rumamos em direção ao eixão sul apreciando toda a sua modernidade com prédios com pilotis, novidade para a gente, os monumentos, uma catedral ainda no esqueleto e com avenidas largas com postes de iluminação sem nenhuma fiação exposta, pois elas eram aterradas e rumamos em direção à W3 Norte que tinha apenas alguns prédios na quadra 306 (quadra de militares) e a 312 norte, onde fomos morar.


A foto foi cedida pelo amigo Paulinho mostrando onde moravam na Avenida W 3 Norte no final dos anos 60.



Cidade Livre - Os futuros Candangos chegando para trabalharem na construção de Brasília

 
Não havia asfalto na W3 Norte e a referida avenida era toda atravessada por uma pista de barro empoeirada com sentidos opostos sem nenhuma divisão lógica, pois, a mão e contramão, eram imaginárias e democraticamente demarcada pelo bom senso dos motoristas e mais barracos de madeiras construídos hermeticamente com 1, 2 ou até 3 andares atravessando toda a sua extensão.
 
A Catedral ainda no esqueleto e que ficou assim durante muitos anos.
 
Chegamos a quadra onde iríamos morar, ainda sem asfalto e calçamento, o piso dos prédios não eram cimentados, mas eles tinham elevadores, outra novidade para a gente, pois morávamos em casa.
 
Assim era a quadra. Isto já nos anos 70 quando já tinha calçamento. No detalhe, a Vemaguet do meu pai.

Logo de cara, conhecemos os nossos primeiros amigos, uns cearenses com um vocabulário e sotaques estranhos daquilo que a gente falava, pois mandioca era macacheira para eles e foi assim descobrindo as diferenças de culturas e costumes que fomos fazendo amizades, com cariocas (para eles mandioca era Aipim), mineiros, paulistas, gaúchos, enfim, toda aquela missegenação de culturas deste pais continental se aventurando no cerradão goiano.

E foi justamente num destes barracos na W3 norte, que tempos depois, passamos a freqüentar e descobrimos que alguns deles estavam abandonados e nós os assumimos como a nossa segunda casa.

Numa destas nossas passadas por lá, achamos um baú enorme abandonado cheio de foguetes 3 tiros canhão, como eram conhecidos na época, e isto passou a ser a nossa maior diversão. 

Veja como eram os barracos que margeavam a avenida W 3 Norte no final dos anos 60 e início dos anos 70. Foi num destes que assumimos e pegamos um baú enorme cheio de bombas três tiros canhão
 
Pegamos os foguetes e começamos a soltá-los estrondando toda a quadra que morávamos. Alguns explodiam normalmente quando subiam no ar, mas outros começaram a dar problemas quando acendíamos o pavio e explodiam ali na mão da gente e a brincadeira passou a ser perigosa, pois passamos a correr riscos.

Então, na minha genialidade de moleque que tinha muita criatividade para fazer o que não prestava, criei uma técnica inovadora de fazer explodir os foguetes sem corrermos riscos de algum acidente sério.

Peguei saquinhos de leite Gogó usado (muito consumidos na época), o abríamos e desmontávamos os foguetes tirando as 3 bombinhas que tinham dentro deles, esgotávamos as pólvoras e as colocávamos no centro do saco de leite e uma pedra pontiaguda enorme era colocado no centro dele, o fechávamos e faziamos uma espécie de trouxinha.

A pedra ficava numa posição em cima da pólvora, que, quando, na minha teoria destrutiva, batesse com força do chão, explodiria.

Mas teríamos de fazer o teste para ver se a nossa invenção explosiva funcionava mesmo.

Numa bela noite, um bando de moleques malucos e sem ter o que fazer, escalamos o bloco “J”, prédio de 6 andares subindo pela lateral dele pelo cabo de aço do pára-raios (parecia Batman e Robim escalando prédios) até alcançarmos o 7º andar (terraço), isto lá pelas 23h.
 
O prédio que escalamos é este indicado acima. Repare na quantidade de carros.
No detalhe, o teto da Rural Oficial que o meu pai trabalhava, a sua Venaguete e a Kombi do meu irmão Marcio.

A quadra estava num silêncio ensurdecedor. Fizemos uma rápida e pequena vistoria aérea do local para ver se alguém estava nos vendo e atiramos o nosso projétil ecsosex ladeira abaixo. 
 
A bomba caiu exatamente ali entre os blocos H e J. No detalhe o Mercuty Eigt 41 do meu pai.
 
Demorou alguns pequenos e eternos segundos e explodiu maravilhosamente que ecoou em toda a quadra.

A experiência havia dado certo e todos os prédios naquela circunferência foram acordados e nós com medo da merda que acabávamos de fazer, começamos a correr em cima dos telhados de zinco até alcançarmos os cabos dos pára-raios e os descemos alucinadamente de medo.

Chegamos lá embaixo com a cara mais cínica do mundo como se não soubéssemos o que havia acontecido e vimos a consequência daquilo tudo.

Dois carros com vidros quebrados e estilhaços de vidros espalhados por todo canto, um monte de gente que começavam a descer dos seus apartamentos muito putos da vida e tentando descobrir que ataque repentino era aquele em pleno início de madrugada. Seria algum subversivo revoltado, já que estávamos em plena ditadura militar ou os próprios explodindo bancas de jornais!

Na nossa mente malandramente ingênua  não havíamos lembrado que já tínhamos soltado foguetes na própria quadra antes e alguns moradores começaram a desconficar da gente, mas nos disfarçamos como quem estivessem acordado com a explosão e fomos saindo de mansinho e fomos dormir.

Noutro dia, os comentários a respeito da explosão misteriosa formou pequenos grupinhos, cada um com sua teoria a respeito de quem teria feito tal atentado e o nosso nome ainda estava forte e ficamos quietinhos, cada um em seu apartamento esperando a coisa esfriar.

A turminha dos mais velhos. A gatíssima Gilka, paixão de muita gente na época, o Ardo, a minha irmã Graça depois de chegar do Projeto Rondon, e Joaquim e namorada Telma.
 
Até que o Luisinho, menino sério e que não matava aula como nós, que havia recebido a sua porção de foguetes e não sabia de nada do acontecido, começou a soltar os seus rojões em lugar seguro e aí a turma caiu em cima dele e só não foi trucidado porque o porteiro do bloco "A" interveio a seu favor afirmando que ele não havia descido naquela noite.

As explosões continuaram a acontecer e o pobre do Luisinho ficou com a fama  de Luisinho bombinha, só que agora, haviamos desenvolvido uma tecnologia bem mais apurada, pois passamos a usar o estilingue como base de lançamento das nossas bombinhas.

Pegávamos bolinhas de gude e fazíamos pequenas trouxinhas e as atirávamos nas residências das quadras inimigas, nas quadras 700 (que não gostavam de receberem a nossa turma em suas festinhas com os nossos discos de vinis de rock and roll a tira colo), isto, também, durante a noite, pois assim víamos o reflexo e o extrondo que ela produzia e alucinava a gente.


Olha aí a turminha de santinhos: Tio Ive, Ítalo, meu irmão Tonho, Pedrinho* e o Doda.
 
Na referida quadra 312 norte, considerada, na época, como a quadra mais populosa de Brasília tem um famoso Açougue Cultural, um cara que mora lá e que montou e colocou uma biblioteca lá dentro, onde seus clientes ou não pegam livros emprestados e os devolve posteriormente, mas sem exigência de nada.

Aqui a referida quadra nos anos 70. O meu irmão Marcio, Luisinho das Candangas (Cesarino ou Hulk), as minhas irmãs Marcia, Graça e o Luisinho, sentados nos para-lamas do fusquinha brabo preparado pela Camber.
 
É um cara que colocou mini bibliotecas por alguns pontos de ônibus da asa norte e o sistema é muito simples. Você pega os livros e os devolve quando bem entender e o processo funciona naturalmente e ninguém os rouba.

A turminha de Amigos no meio dos anos 70 no Bar Shop Chop na 312 Norte. Falcon, Nego, o meu irmão Tonho, o irmão Luisinho Ligação Direta Blues Band (será ele o menino terrível das bombinhas!!!) e o saudoso e grande amigo Pedrinho que está no andar de cima rindo das nossas aprontações juvenis.
 
Lá nesta entrequadra são realizadas Noites Culturais quando fecha-se o comercio da 312/313 norte e eles trazem artistas de renome nacional e local e recebem um público de mais de 5.000 pessoas, quando é realizado 2 vezes por ano.
E é lá que encontramos toda esta minha geração de amigos, que hoje estão aí pelos seus 50/60 anos e histórias e muitas recordações voltam à tona.
Ah!!! O Luisinho Bombinha hoje é um respeitado funcionário do Judiciário Brasileiro, toca Rock and Roll e Blues nas horas vagas e é pai de três belas meninas e nada lembra daquele “moleque endiabrado dos dourados e saudosos anos 70”.

Este Post foi inspirado numa história que o tricampeão Nelson Piquet nos contou sobre uma bombinha cabeça de negro em um certo colégio da asa sul.
* Dedico este post ao amigo querido Pedrinho e a todos os amigos desta quadra que marcaram bastante as nossas vidas quando moramos lá.

Fotos: algumas são de minha autoria e do Paulinho do Bloco "I" que morava no apt. 609, e outras captadas da Internet e só não identiquei os autores porque os desconheço.

23 comentários:

  1. Grande Jovino
    Excelente, lembrei da minha infancia/juventude
    Forte abraço
    Cozzolino

    ResponderExcluir
  2. Jovino.
    Lendo seu relato me vi também de volta aos bons e saudosos tempos da 304 Sul, na Brasília dos anos 60 e 70. Inclusive nos "aprontos", algumas vezes perigosos, mas ainda inocentes comparados ao que acontece por aí, nos dias de hoje.
    Grande abraço.
    Augusto Freire

    ResponderExcluir
  3. Jovino,
    A 1ª vez que estive nessa quadra foi em 1965 com um amigo, o pai dele e com um futuro morador, pois o prédio não havia ficado pronto, chamado Soares.
    Conheci algumas pessoas de sua quadra nos anos 60: César Romero, Carlos Alberto Vicente (Paçoca), Ted(se não me engano teve uma morte violenta)um Tal de Mário que estudou interno em Anápolis em 66 e era muito bom de bola, Chico Welver (o pai tinha um chrysler anos 50), Zé Paulo e Duílio Vicente Jr. entre outros...
    Abs.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Hamilton, o Cesar Romero, esta em https://www.facebook.com/cesa.romerofernandesdasilva?fref=ts

      Excluir
  4. Morei na 412 norte e namorava a Fabíola da 312, nosso como tomava porrada da galera que achava que pessoal de outra quadra não podia namorar as meninas da 312. kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk Mais as vzs agente juntava a galera da 412 e da 411 e subia para a 312 só para dar porrada, kkkk engraçado que não tinha esse lance de arma, pedaço de pau essas drogas de hoje em dia, era só soco pra todo lado e nos finais de semana estavam todos juntos jogando bola ou acelerando os carros no fiorella ou outro lugar qualquer. kkkkkkkkkkkkkkkk nossa como éra bom tudo isso. Bom mesmo era quando tinha uns show's na entrada da 312 norte era muito legal. parabéns pelas fotos e comentários, me passou filme pela cabeça. abraços a todos.

    ResponderExcluir
  5. Augusto, como disse o Alex, o pessoal brigava, mas não era esta violência de hoje.
    Hamilton, lembro-me do César Romero (aliás, Cesar Romero, era nome também do ator que interpretava o Pinguin no seriado famoso), ele morava ali no bloco H e é irmão do Nilo, um gordinho. O Soares pode ser o primeiro síndico do nosso bloco, o I. O Ted morreu assassinado pelo porteiro do Bloco E. O Ted azucrinava a vida deste porteiro, um paraibano e ele era boizinho, tinha carrões do ano e lutava Judô ou caratê, não lembro-me direito. Mas era alto, forte e o crime foi premeditado. O porteiro esperou o Ted subir no elevador e entrou juntamente com ele. Aí só enfiou-lhe a faca e desapareceu. Nunca mais se teve notícia deste porteiro. O Ted arrastou-se até a porta de seu apartamento e ainda foi socorrido pela sua mãe, mas morreu à caminho do hospital. Era um cara muito conhecido na quadra e este crime teve repercussão nacional. Lembro-me que colocaram diversos ônibus para pegar o pessoal para irem ao enterro dele.
    Daria até um post aqui.
    Alex, lembro-me bem do Fiorella que ficava na comercial 312/313 e juntava muita gente. Ali rolou muitos peguinhas, gente atravessando a rua pelado e muito mais e o show a que você se refere é o Panelão da Arte, organizado por nós mesmos lá no gramado da entrada da quadra.
    Jovino

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. É JOVINO, não lembrava o nome mais era isso mesmo, nossa até sorri sozinho aqui muito legal que era, eu com a Fabíola Bloco H morendo de medo de apanhar, mais eu ia. kkkkkk e o FIORELLA eu não perdia um, estava lá direto tinha uma caravan 6cc preta e descia da 712 atravessando a w3 de pé cravado, nossa era muito doido, ficava lotado, até que um dia o cara de um PUMA se não me engano atropelou um monte de gente e ai infelizmente acabou. Ai melhorou de vez, passou para eixão, agente ia para o final do eixão sul e vinha até a ponte do bragueto acelerando aquele monte de 6cc, EU, RANI, RAAD, LUIZÃO, MACACO, CACHORRÃO e mais uns caras que não me lembro o nome, sei que normalmente tinha de 12 a 15 opalas, o bicho pegava bonito. Lembro que chegamos apostar carro contra carro, que doideira. saudade.
      Abraços

      Excluir
  6. Fabiani C Gargioni #2731 de janeiro de 2013 22:44

    Muito legal o teu relato Jovino, é bom poder relembrar as coisas de "Guri" e depois dar risada de tudo, valeu!!!

    ResponderExcluir
  7. Legal voltei aos túnel do tempo...a Gilka era mesmo linda, estudou comigo no Caseb, realmente era cobiçada, e hoje tens notícias dela? Eu tinha um bom amigo que morava aí o Iran a irmã dele se chamava Gina, na época ele tinha um Fuscão branco depois comprou um Opala zero 1974 quatro portas vermelho...sabe alguma notícia dele?

    ResponderExcluir
  8. Pois é, moramos no mesmo lugar e possivelmente a gente se conhecia, mas eu não me lembro de você. A Gilka namorou o meu irmão, acho que o marcio e a Gina namorou outro irmão meu, o Tonho (ambos estão nas fotos). Sei que a Gina casou-se com o Mauricio lá do Bloco E e depois se separaram, mas eu não tenho notícias de nenhum delas há muito tempo, pois mudamos da quadra e cada um tomou o seu rumo.
    Aliás, o Irã trabalhava no Ibama, mesmo lugar de trabalho do meu irmão Tonho, mas como ele mudou-se para Santa Catarina há muitos anos, não temos mais notícias dele.
    Jovino

    ResponderExcluir
  9. Caramba mundo pequeno mesmo, eu também namorei a Gina e o Irã esta em Santa Catarina? Com certeza devemos ter cruzado nossos caminhos em Brasília, eu era junto com meu finado pai donos da Academia Apolo...http://www.apolo-br.org/index.php?option=com_content&view=section&layout=blog&id=4&Itemid=28 o pessoal fez este site em memória quando ela iria fazer 30 anos...

    ResponderExcluir
  10. Valeu Sidney. Esta é a Brasília que todos nós gostamos e que a vivemos muito. Jovino

    ResponderExcluir
  11. Grande post. Histórico e emocionante.

    ResponderExcluir
  12. Uma modesta retificação, o Cesar Romero interpretava o Coringa. Prezado Jovino, gostei muito dessa postagem/relatos, especialmente de rever fotos do nosso saudoso amigo Pedro Paulo, o qual conheci em 1970, quando estudamos na escolinha da 312 e éramos da mesma sala. Continue nos brindando com boas recordações daqueles anos incríveis. Grande abraço, Adelmar.

    ResponderExcluir
  13. Outra modesta retificação: quem casou com o Maurício (Mauricinho) do Bloco E foi a Fabíola, que morava no 406 do Bloco H. Adelmar

    ResponderExcluir
  14. Oi Adelmar, obrigado pelos elogios. Tem outros posts aqui de histórias que se passaram na 312 norte. Verei o link e mando para vocês depois. Realmente era o Coringa e não o Pinguim. Quanto ao Mauricio, acredito que você esteja falando de um Mauricio moreninho e que se casou com a Fabiola, mas o que estou falando é de uma geração anterior e que morava também no Blogo E e casou-se com a Gina do Blogo J e depois se separaram. Ele trabalhava no Senado. Acredito que não são as mesmas pessoas. Abs. Jovino.

    ResponderExcluir
  15. Entendido, realmente Maurícios diferentes. Um abraço, Adelmar.

    ResponderExcluir
  16. Este comentário foi removido pelo autor.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Este comentário foi removido pelo autor.

      Excluir
    2. Lourdes, Zezé, Gloria, Margarethe, Gorethe, Bernadethe, Renelson, Rani, Cesarino, Catita .....

      Excluir
  17. Amigo Jovino, digo a vc q faz muitos anos que não me emociono tanto, e ainda te digo mais se vc quiser escrever um livro sobre a 312 norte terás um forte colaborador. Abraços do sempre Amigo. LUIZ CESARINO

    ResponderExcluir
  18. Cesarino, tenho algumas histórias da nossa época já pré escritas e muitas delas envovem você e o meu irmão Mirson. Vou ver se tenho coragem de botar este projeto para sair. Jovino

    ResponderExcluir