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segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

REVIVAL - CATANHA VENCE TFL DE 1981 E A PANCADARIA ROLOU NOS BOXES

Com a presença de um grande público encerrou-se a temporada automobilística do DF, que marcou história no automobilismo candango. Na prova de encerramento, a  programação incluiu cinco categorias que fizeram o público vibrar, sendo que na TFL, a vitória foi do piloto Moacyr Neto, o que entretanto, não tirou o título do primeiro campeonato da categoria das mãos do veterano Catanha.

Catanha quando liderava a segunda bateria na prova de 5 de outubro de 1981

Num clima de muito nervosismo foi dada a largada para a décima e última etapa do campeonato do Distrito Federal. José Laurindo era o pole, mas na curva do Colégio Militar, Moacyr Peró, assumiu a ponta para não mais perder, cumprindo o que seu preparador Marcus comentara. No final da reta oposta acontecia um acidente com quatro carros: Raad nº 12, Celsão nº 14, Wilson Cruz nº 6 e Antero nº  44. Somente Wilson voltou à pista. Os três restantes abandonaram  a corrida.  O maior duelo aconteceu entre Catanha e Nelson Lacerda, que brigavam ainda pelo título. No final  José Catanhede levou a melhor, terminando em quarto, com Nelson em quinto.
O opalão nº 59 do Catanha campeão da TFL de 1981
Na segunda bateria novamente Moacyr assume a ponta, com Laurindo em segundo e logo atrás vinha Gabira, que mais uma vez deu um verdadeiro espetáculo, buscando várias posições na primeira e na segunda bateria. No seu vácuo sempre esteve o Catanha carro nº 59, com Nelson bem distante, seguido por Ronaldo, Linhares e Edinir.
Moacyr  foi primeiro, com  Laurindo em segundo e Gabira em terceiro.  Catanha com a quarta colocação, "ganhou seu primeiro título de sua carreira", com todos os méritos.
O Resultado do Campeonato da Turismo Força Livre Classe B: 1º Catanha carro nº 59, Campeão com 73 pontos, 2º Nelson Bola Lacerda carro nº 3,  Vice Campeão com 66 pontos, 3º Edinir Alves Mesquita carro nº 7, com 47 pontos, 4º  José Laurindo carro nº 39 com 43 pontos, 5º  Paulo Roberto Nista carro nº 96 com 36 pontos, Marcelo Robson Lima Lobo carro nº 17.

E O PAU ROLOU NUMA CENA LAMENTÁVEL QUE EU MESMO PRESENCIEI DENTRO DOS BOXES.

Entre os carros que não eram máquinas mais potentes como os opalas e os mavericks, destacanvam-se na TFL, o fusca Hot do Ricardinho Nhen Nhen Nhen que andava lá no meio e o endiabrado Fiat da Eldorado Veículos pilotado pelo Ruyter Pacheco que sempre estava ali entre os 4, 5 primeiros colocados e perturbando a vida dos opalas e mavericks, máquinas muito mais potentes.

Este era o Fiat da Eldorado Veículos pilotado pelo Ruyter Pacheco. Depois da panca, ele nunca mais foi o mesmo.

Este carro era o capeta temido pelos pilotos dos opalas Stocks e Mavericks, pois o carrinho andava uma barbaridade. Muito bem conduzido pelo Ruyter que tocava muito e foi motivo até de pancadaria após o encerramento do campeonato quanto fizeram um festival do chopp e distribuíram canecas para o pessoal comemorar e os ânimos afloraram e muitas canecas de chopps foram quebradas no quebra pau que aconteceu ao lado dos boxes quando integrantes da equipe da Eldorado Veículos partiram para cima do piloto Raad Massouf. O motivo foi que o piloto Rad Massouf, um dos grandes pilotos da stock de Brasília naquela época,  "teria dado uma fechada de propósito" no Ruyter lá na bruxa, quando deu o lado de fora para o Ruyter ultrapassar e o Fiat se espatifou no guard Rail.

A foto é inédita (Correio Brasiliense), retratando o momento exato em que Raad "teria jogado o opala de propósito para tirar o Ruyter da prova"

Para quem não conhece o autódromo de Brasília, e, principalmente, naquela época, em que não havia ainda a área de escape que existe hoje, é a parte do circuito mais perigosa quando os carros descem de pé embaixo e fazem a curva da bruxa com o Guard Rail bem junto à pista.

Esta foi uma das melhores épocas do automobilismo brasiliense, pois a quantidade de carros era grande e os pegas eram bem acirrados.

CURIOSIDADE

Este é o certificado que a FADF deu para o campeão da TFL de 1981, o piloto José Carlos Cantanhede, o Catanha.

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

AUTÓDROMO NELSON PIQUET SERÁ REFORMADO EM 2012

Segundo matéria publicada no "Jornal de Brasília" de 24 de dezembro passado, o Governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz,  "reformará ou revitalizará" o nosso autódromo  tornando-se uma espécie de arena  multiuso para receber futuramente o campeonato mundial de motos, entre outras atividades.

Vamos torcer para que não seja mais uma promessa entre tantas que já foram feitas por governos anteriores.

A matéria do Jornal de Brasília está abaixo:
"Com um piloto de ponta no automobilismo mundial, Brasília aproveita para entrar de vez no circuito internacional dos esportes a motor.  O governador Agnelo Queiroz se encontrou ontem com o jovem Felipe Nasr, campeão da Fórmula 3 inglesa este ano, e aproveitou para anunciar que o Autódromo Nelson Piquet será reformado no ano que vem. “Para o próximo ano, estamos programando uma grande reforma no autódromo. Será um projeto ousado, que poderá receber grandes eventos. O espaço seguirá todos os padrões internacionais e poderá receber até a Fórmula 1”, garantiu o governador, que pretende transformar o autódromo em uma arena multiuso. 

Agnelo também disse que o GDF já está se programando para trazer o Campeonato Mundial de Motovelocidade à capital em 2013. “Vamos transformar o autódromo em um espaço de entretenimento para Brasília”, contou. 

No encontro com Felipe Nasr, Agnelo foi presenteado com um capacete pelo jovem campeão. Nasr cumpriu uma promessa feita ao governador. “No ano passado, falei que, caso ganhasse o campeonato, eu iria dar um presente a ele. Então, aproveitei para trazer um capacete”, lembrou Felipe. O encontro foi realizado em um restaurante da cidade e contou com a presença da primeira-dama do DF, Ilza Queiroz, e o pai de Felipe, Samir Nasr, pioneiro do automobilismo na capital federal. 


Prova de track day realizada este ano no autódromo Nelson Piquet

A Secretaria de Esporte vai fazer revitalização do local, que servirá também para atender as competições de motos.  “Brasília tem se tornado um ponto no circuito de automobilismo e motociclismo. Hoje em dia já recebemos grandes competições nacionais. Com as reformas que faremos daqui para frente, vamos ampliar essa recepção e fazer com que a Capital se torne etapa obrigatória de outros eventos”, diz o subsecretário de Eventos e Administração de Espaços Esportivos (Subseven), Sidmeron Campos Silva.


As principais obras serão triplicar o tamanho da torre de controle, dobrar a área do posto médico, retirar divisórias entre os boxes, trocar as portas dos boxes, além de revitalizar a parte elétrica e hidráulica e instalar cabo de fibra ótica no local.


Prova da extinta divisão III realizada no autódromo no início da década de 70 com os famosos e saudosos "Pinicos Atômicos"

Para o presidente da Federação de Automobilismo do Distrito Federal, Napoleão Augusto Ribeiro, a reforma é importante para a cidade continuar recebendo as principais competições da categoria. “Brasília é um celeiro de bons pilotos. Daqui saiu um tricampeão mundial de Fórmula 1, Nelson Piquet. Portanto, tendo um autódromo em boas condições só trará benefícios a todos”."

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

FELIZ NATAL E UM ÓTIMO ANO NOVO


Desejo aos meus amigos automobilistas que frequentam este espaço ao longo destes quase dois anos de existência do Mocambo Blog, um feliz natal e uma ótima passagem de ano repletos de muita paz, amor e realizações.

Para dizer que não falei de corridas, o fusquinha da equipe Cascão/Brasal pilotado pela dupla Carlão e Tito Passarinho que conquistaram a 6ª colocação nos Mil quilômetros de Brasília de 1968 inaugurando uma nova fase dos besouros nas pistas brasileiras.

A configuração do fusquinha, segundo a  revista Quatro Rodas de 1968.

"Kit – dupla carburação.

Kit – camisas e pistões para 1600
Rodas menores e mais leves (aro 13) e cambagem negativa".
O meu amigo Pururuca está fazendo um réplica deste fusquinha

O detalhe dos pára lamas cortados e em fibra de vidro

Detalhe do pneu cinturado e a roda de ferro que fez muito
sucesso naquela época

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

AUTOMOBILISMO BRASILIENSE - TFL - VELHOS E BONS TEMPOS

A Turismo Força Livre foi uma categoria que fez muito sucesso no final da década de 70 e início de 80, com carros de várias marcas e modelos, entre elas, opalas, mavericks, Passats, Fiats (quem não se lembra do endiabrado Fiat amarelinho da Eldorado Veículos pilotado pelo Ruyter Pacheco), o fusca Divisão 3 pilotado pelo saudoso Ricardinho Nhen Nhen Nhen, que também perturbava muito os opalões que eram os carros mais potentes, entre tantos outros e com um grande público fiel que compareciam ao autódromo e faziam a festa regada a muita cerveja e churrasquinho no elevado da curva da vitória.

Uma cultura que, infelizmente, a turma automobilística que vieram depois, não souberam manter por diversos motivos que aconteceram com o automobilismo brasiliense.
No retrato abaixo, uma bela panca no final da reta dos boxes envolvendo os pilotos Lula, carro 55, Paulo Nista, carro 96, o Gabira do Frigorífico Bandeirantes e os outros que não consegui identificar.


Lula e seu opala 4 portas nº 55, Paulo Nista com opalão brabo nº 96 e abaixo, a esquerda, o Gabira do Frigorífico Bandeirantes.
Alguém consegue identificar os outros participantes?
(Fotos, Lula)

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

HOT DODGE - OS VEOITÕES RONCAM NO PLANALTO

A categoria TFL (Turismo Força Livre) já fazia um grande sucesso no final da década de 70 e alinhavam os opalas Stocks, Fiats, Fuscas, entre outros. Já no final de 1980 alguns Dodges já participavam da categoria e o número de carros foi aumentando e a Federação de Automobilismo do Distrito Federal resolveu criar o regulamento técnico e desportivo da Hot Dodge, a partir de 1981, com largada independente da TFL .

Carlos Marques da Brasilia Importadora no gride em 83
Pepe e Lula começando a descida da bruxa

No começo, os carros muito pesados e com regulamento praticamente original e que permitia apenas o rebaixamento da suspensão, amortecedores trabalhados com a substituição do óleo por outro mais grosso, carburação original, mas preparada, aumento da taxa de compressão e rodas com pneus radiais de rua de até 8 polegadas, mas os pilotos conseguiram descobrir uma brecha no regulamento e passavam a lixar os pneus e deixando-os quase Slicks.

Mario de Assunção começando a contornar a curva do placar.

As voltas eram bem altas acima de 2m50seg e a corrida era realizada no circuito interno. Mas com o decorrer do tempo, foi-se desenvolvendo, principalmente, acerto dos carburadores que eram a álcool e assim os tempos foram baixando e o número de carros aumentando chegando-se acima de 20 na formação do grid.


Os veoitões fazendo a curva da vitória
No começo era comum as derrapagens e saídas de curvas (bruxa)
O Milagres com o seu Ddoge Bar 707 saía muito na televisão por causa das escapadas de curvas

Sem dúvida alguma, a Hot Dodge era quem levava um grande número de público ao autódromo, principalmente, em função das derrapagens, saídas de curvas e os acidentes, pois quando se perdia o controle da bagaça, era quase impossível segurá-la e o público vibrava.




Carlos Marques dando uma escapada na curva da vitória e Eli Pimentel(repare a arquibancada lotada)

Em algumas provas, em função do nº dos TFLs, que diminuíam a cada ano, a Hot Dodge passou a largar juntamente com eles e assim os Dodges eram alinhados atrás do último carro da TLF e as provas ficavam mais interessante para o público ver, mas que não eram nada bom para os pilotos da Hot Dodge, pois os opalas davam uma volta em cima dos Dodjões.



Opala da TFL acelerando junto com os Dodjões

Carlos Marques na curva 1
Para se ter uma idéia, em 1976, nos mil quilômetros de Brasília (Div 1 – FIA), onde participavam as grandes equipes brasileiras que alinhavam os famosos Mavericks Quadrijeteres da Mercantil Finasa pilotados por Bob Sharp e Paulo Gomes, entre tantas outras e grandes equipes daquela época, a pole position ficou com o piloto da casa Jose Carlos Catanhede e José Laurindo com o Maverick laranja da Arroz Olinda com 2m42seg23 e a vitória com o Bob Sharp e menos de 9 anos depois o Beto virou em 2min29seg, se tornando o recordista da pista.


Beto Fazenda com o carro recordista da categoria (aqui já no final da categoria quando os Dodges já tinham uma configuração mais braba.

Quando a categoria começou a desenvolver-se mais, uma conseqüência natural do automobilismo, a quantidade de carros começou a diminuir quando liberaram os pneus slicks e alguns pilotos passaram a usar o pistão e coletor do caminhão Dodge a álcool, comandos Scanderiam, tuchos mecânicos e balancins reguláveis, carburadores não originais e preparados, o peso foi aliviado com a liberação de vidros em acrílicos, a fuselagem também aliviada e até aerofólios foram utilizados, ficando apenas uma lâmina de lata nas portas e capôs e os antigos tempos que eram acima de 2m50seg, foi baixando e chegou-se a este incrível recorde da pista, isto já no final da categoria, em 1985.

Ailton Cristo e Silvino na reta oposta
Pepe e sua máquina
Os grandes nomes da Hot Dodge foram os pilotos José Anísio, que vencia quase tudo, Carlos Marques, que geralmente chegava em 2º (ambos da mesma equipe – Brasília Importadora), depois foi dominada pelo Osvaldo Toller Junior (Elétrica Mercúrio que virava em torno de 2m33seg e o segundo colocado em torno de 2m36seg e assim sucessivamente) e mais no final, o Beto Fazenda, que foi o último campeão da categoria.

A equipe do Toller Junior (Renê Feiticeiro, Toller, Bodão e ...?)

Em 1983, houve nove corridas e o Toller Junior ganhou oito com todas as poles e melhores voltas. O fato interessante ocorreu por conta de uma corrida na chuva em que ele classificou-se à frente dos opalas, mas a Federação não o deixou alinhar junto e ele foi obrigado a alinhar atrás do último carro da TFL.


Toller Junior e seu Bicho papão da Hot Dodge e Campeão em 1983.


O piloto e amigo de infância Lula


Viana e seu Dodjão Fluminense



Mais um amigo de infância, o Luisinho das Candangas e seu Charge RT

A categoria também existia em Goiânia e chegou-se até a tentar unir as duas categorias com realização de provas lá em Goiânia e Brasília, mas acabou por não dar certo com o final da categoria goiana.
Com isto, alguns pilotos de Brasília trouxeram alguns carros de lá, carros muito mais equipados e com um regulamento, na época, mais liberal, e que já tinham pneus slicks e até aerofólios criando-se uma expectativa de como eles se comportariam na pista brasiliense. Na realidade, para a minha surpresa e acredito que de todos, não conseguiam virar nos mesmos tempos dos carros de Brasília e ficavam para trás até eles retirarem os aerofólios, que mais prejudicavam do que ajudavam.



Entre estes pilotos, estavam a dupla Celsão e Nelson Sanches, que vieram da TFL, mas não conseguiram a performance que eles esperavam.

Houve também a participação esporádica do Ricardinho Nhen Nhen Nhen que marcou a pole position numa referida prova, fez a melhor volta e venceu de ponta a ponta. No total foram 110 pilotos que participaram da categoria desde a sua criação.





Revendo tudo isto, como dá um aperto lá no fundo do coração, saudades de um tempo vindo e findo quando ousamos fazer aquilo que nos parecia impossível da realização de um sonho, sonho este de colocar um carro para brincar entre colegas e aprender que automobilismo é esporte muito sério e para quem tem muito grana, pois arcar com as despesas que aumentam a cada corrida juntamente com o fascínio que ela exerce sobre a gente e concluir que para conseguir sucesso é necessário muito investimento, tanto financeiro, como dedicação pessoal ou então ficar nas arquibancadas aplaudindo os donos do espetáculo.


Jovino no Grid de 84

(Agradeço a colaboração do Presidente da FADF, Sr. Napoleão Ribeiro, que forneceu algumas fotos e relação de pilotos, os pilotos Beto Fazenda, Carlos Marques, Luiz Torres (o Lula), Luiz Cesarino e Wesber Juvenal (o Pepe), Viana, Oswaldo Toller Junior, que contribuíram com fotos e esclarecimentos).

Obs: 1: quem tiver participado da Hot Dodge Brasiliense, favor entrar em contato comigo através deste emeil: jobenevenuto@hotmail.com.

Obs: 2: (esta matéria foi publicada anteriormente no blog do meu amigo Saloma (http://www.interney.net/blogs/saloma/) em 2008 e refeita agora com algumas atualizações).

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

DO BAÚ DO PAULO BAETA

Mil quilômetros de Brasília. Paredão da rodoviária, logo após a entrada dos boxes onde o Caçador de Estrelas deu uma porrada.

Mas que carro é este? Me parece o Patinho Feio do Ricardo Achcar, mas se não me falha a memória, ele nunca correu em Brasilia. Ou seria algum protótipo brasiliense?

Atualizando, o protótipo é do Tito Passarinho/Oswaldo Scagliarini Jr. da Torre Veículos

O Bino Mark II, acredito ser os Mil quilômetros de Brasilia de 1968, pilotado pelo Luisinho Pereira Bueno e vencedor desta prova. Ou, segundo o Mestre Joca, "seria dos Mil Km de Brasilia de 1970, é só ver como o carro está sujo de lama", corrida esta, que foi debaixo de muita chuva o tempo todo.

Esta foto me deixou intrigado: é algum dos circuitos das corridas de rua aqui em Brasilia, mas estou com dúvidas de qual seria!

Me parece o circuito que passava pela Vale do Rio Doce, provavelmente de algum Mil quilômetros de Brasilia, mas num ângulo que eu ainda não tinha visto.

E o piloto? É uma berlineta e ela está fazendo a curva para que lado? Me parece que a Berlineta está fazendo a curva à direita, pois ela está inclinada mais para a esquerda.
Na realidade é no inicio subida do hotel nacional, quando saia da curva da vale a direita, depois esquerda, depois direita e depois esquerda, inicando a subida.
(fotos, Paulinho Baeta)