sexta-feira, 17 de maio de 2013

DO BAÚ DO LUIZ CARLOS CORREIA I

Mais um piloto que disponibiliza o seu acervo de fotos para o Mocambo Blog. Trata-se de Luiz Carlos Correia que correu no final da década de 60 e início de 70 em diversas categorias brasileiras, inclusive, internacional.
 
Luiz Carlos e seu Irmão José Moraes criaram a equipe Speed Motors e fez história no automobilismo brasileiro.
 
Eles compraram o Patinho Feio de Ricardo Aschar, fizeram algumas modificações na carenagem do protótipo carioca que foi construído em cima de um chassi de um Formula V e baseado nele fizeram um segundo carro.
 
Pariticiparam de diversas provas, sempre andando entre os primeiros colocados no meio de carros importados e participou do último Mil Quilômetros de Brasília de 1970 quando Luiz fez dupla com Francisco Pinto, mas acabou por não terminar a prova quando sofreu um acidente. Veja no vídeo mais abaixo um raríssimo vídeo desta prova já postado aqui e que me foi cedido pelo Serginho Slaviero no qual mostra a participação deste protótipo.
 
Participou também da Copa Brasil de 1971 a bordo de um Porsche 908 de 220hp, entre tantos outros carros como o 907 com motor 2.2 de 270 hp. O piloto era o espanhol Alex soleroing. Além desse veio um 908 do piloto Príncipe Jorge de Bragation, além de diversos carros nacionais como o Ford Royale da equipe Grecco com Lian Duarte, entre tantos outros. Esses carros, segundo Luiz Carlos, voltaram para a Europa.
 
"É o patinho feio 2, eu mesmo o construí na industria do meu pai. Foi uma cópia do patinho 1 do meu irmão. A carroceria foi feita pelo Herculano. Esse carro depois das mil milhas de 1970 eu vendi para o Maurício Chulam".
  
Ptinho Feio ao lado de uma Carreteira lá do Sul
Patinho Feio de Luiz Carlos
Jan Balder e José Moraes
José Moraes e Luis Carlos
Alfa de  Mário Olivetti!!!
O Patinho Feio de José Moraes
Luiz Carlos Correia e o seu Patinho Feio
Mil Quilômetros de Brasília de 1970. Largada da prova que começou as 3h da madruga

Outra foto dos Mil Quilômetros de Brasília de 1970

Porsche na Taça São Paulo de Luiz Carlos da Speed Motors
O Porsche de Luiz Carlos seguido por um Puma e uma Alfa GTA



Luiz Carlos e Granhan Hill















 
Abaixo, a última prova dos Mil Quilômetros de Brasília de 1970 com a participação do Patinho Feio de Luiz Carlos Correia e Francisco Pinto.

segunda-feira, 13 de maio de 2013

O KARTISMO BRASILIENSE PERDE JR. BURRO




 

 
 





                                             

"Hoje o kartismo de Brasília está mais triste. Um acidente de carro fatal, tirou a vida de um dos mais antigos e experientes mecânicos de kart de Brasilia: Raimundo Jr., mais conhecido pelo singelo nome de Jr. Burro. Burrão era considerado por muitos como um dos mecas mais "vivo", mais "esperto" que o kartódromo do Guará já viu. Burlar as regras mas de forma sútil, era uma das suas especialidades e isso de certa forma foi muito benéfico ao kartismo em geral, pois graças a ele o nível de vigilância dentro do parque fechado se aprimorou muito com o passar dos anos. Jr. Burro vai deixar saudades... Seu box era uma verdadeira festa, sempre cheio de gente e nas corridas, seus pilotos mesmo sob grande vigilância, sempre andavam na frente! Vá com Deus Jr. Burro, vá com Deus Burrão, pois apesar do apelido, a inteligência e esperteza, era sem dúvida, sua maior marca. 12 de maio de 2013."

domingo, 12 de maio de 2013

TÚNEL DO TEMPO - O GOGÓ DAS SETE

"Aqui a notícia é do tamanho da verdade, doa a quem doer…”, Era assim que o Jornalistas Mário Eugênio Rafael de Oliveira, conhecido por Mário Eugênio, o Gogó das Sete, começava o seu programa na Rádio Planalto, noticiário policial que desde 1978 ia ao ar de segunda a sábado. Foi um jornalista especializado em cobertura policial. Formou-se em Comunicação Social pela Universidade de Brasília (UnB) e trabalhava no Jornal Correio Braziliense. Foi assassinado em 11 de novembro de 1984, no fim da ditadura militar, após denunciar a existência de um Esquadrão da Morte, em Brasília, do qual participariam policiais civis e militares.
 
Frequentou bastante o meio automobilistico e o Caneco 14, inclusive, chegou até a participar de uma prova de Stock Car para jornalistas. O Caneco 14 era um bar e o point dos jovens na época que gostavam de carros, máquinas brabas e peguinhas. Ele começou no jornal Correio do Planalto e criou uma figura ficticia do Motoqueiro da Moto Vermelha. Ele escrevia as histórias toda semana deste motoqueiro que atacava em deteminados locais, principalmente, na praça do Buriti, local onde os jovens levavam as suas namoradas para dar um trato. O Motoqueiro da Moto Vermelha atacava e esturpava as meninas e depois desaparecia e sempre criava-se uma expectativa de quando haveria um novo ataque do Motoqueiro da Moto Vermelha. E o jornal cresceu e ele também. Aí já começava a sua genialidade e ousadia como jornalista em criar histórias que mexiam com o gosto popular.  

Mário Eugênio saía da Rádio Planalto, às 23h55min do dia 11 de novembro de 1984 após gravar o programa Gogó das Sete que iria ao ar no dia seguinte. Ao chegar na área do estacionamento em frente do edifício onde funcionava a rádio "recebeu do policial civil Divino José de Matos, conhecido como Divino 45, sete tiros na cabeça quando estava próximo ao seu carro".
 
O policial Moacir de Assunção Loiola, também suspeito de participação no crime, morreu poucos dias depois de dar seu depoimento na delegacia de Luziânia, em junho de 1985, aparentemente por suicídio.
 
Como suspeitos de mandantes do crime, o inquérito policial apontou o Secretário de Segurança do Distrito Federal na época, coronel Lauro Melchíades Rieth, e o delegado coordenador da Polícia Especializada, Ary Sardella.
 
Ambos tiveram a prisão decretada pelo juiz Edson Smaniotto, da 6ª Vara Criminal. Em recurso ao Supremo Tribunal Federal (STF), Rieth apresentou dois habeas Corpus. Em um deles, alegou que não havia indícios suficientes de provas nos autos no outro alegou que deveria ter foro privilegiado. O primeiro argumento foi negado, mas os ministros acataram o de que ele deveria ter foro privilegiado.
 
A denúncia do promotor Paulo Tavares Lemos tornou-se inválida e somente o Procurador Geral do MPDFT, Geraldo Nunes, teria competência para formalizar uma acusação. Geraldo Nunes não o fez e decidiu arquivar o processo. Com isso não havia como condenar Ary Sardella que teria sido o mandatário do crime e Rieth o mandante.
 
Um conjunto de reportagens sobre a morte de Mário Eugênio, intitulado "O Esquadrão da Morte em Brasília e o assassinato do jornalista Mário Eugênio", feitas pela equipe do jornal Correio Braziliense, recebeu o Prêmio Esso de Jornalismo em 1985.

 

quarta-feira, 8 de maio de 2013

LADO E - DIA DA CELEBRAÇÃO

Led Zeppelin foi uma das maiores bandas de rock de todos os tempos. Lembro-me que "Whole Lotta Love" conseguiu, se não me falha a memória, em 68, derrubar os até então imbatíveis Beatles das paradas de sucesso, que, ao longo de toda a sua história quando faziam sucesso, havia uma espécie de acordo entre eles e seu empresário de não se divulgar nenhuma imagem deles em lugar algum. Então, mesmo naqueles tempos que eram difíceis imagens de shows de bandas de rock, a gente sempre encontrava algum filminho que eram apresentados em programas especializados sobre rock, como era o "Sábado Som" na Rede Globo na época, mas os do Led Zeppelin, a gente não via.
 
Eles esperavam fazer e o fizeram, um filme com um grande show e foi quando toda a mídia pode conhecer a banda com este mega show e que fez sucesso nos cinemas em todo o mundo.
 
Em 2012, os Ledzepianos foram homenageados  no Kennedy Center Honors com o Celebration Day Concert, quando eles reuniram diversos artistas, entre eles, Jack Black, the Foo Fighters tocando "Rock and Roll", Kid Rock tocando "Ramble On", Lenny Kravitz tocando "Whole Lotta Love" e Jason Bonham, Ann & Nancy Wilson (Heart), tocando Stairway To Heaven  e homenagearam a grande banda inglesa, com presença na platéia de convidados ilustres como o presidente americano e sua esposa, entre tantos outros convidados.
 
Mas quando eles subiram no palco, simplesmente, arrasaram na apresentação do hit Kashmir, mostrando que os velhinhos do rock and roll ainda estão bem afinados e entrosados, como Robert Plant e seu ainda privilegiadíssimo gogó, assistido pela Gibson do Mago Jimmy Page, o baixo de John Paul Jones e o filho do grande John Bonham, Jason Bonham, que destroi na batera. Afinal, filho de peixe, peixinho é.
 
Vale a pena ver este vídeo para aqueles que, como eu, ama o rock and roll, ou não.



domingo, 5 de maio de 2013

COPA CLASSIC GAÚCHA

Copa Classic Gaúcha reúne 33 carros clássicos para a etapa que foi a preliminar das 12 Horas de Tarumã realizada no dia 08 de dezembro de 2012.
Esta é uma categoria que estamos lançando em Brasília futuramente, provavelmente, ano que vem, e, como dito no post sobre a Classic Brasiliense, já começaremos inserir alguns carros que estão prontos nas provas de Track Day de carros antigos este ano para incentivar possíveis pilotos a voltarem a competir neste nova categoria.
Além da Copa Classic do RGS existem também em São Paulo e em Santa Catarina e já recebemos o apoio do Niltão Amaral, um dos Coordenadores da Copa Classic do Rio Grande do Sul.
Na Copa Classic Riograndense, além das categorias A, B e C que são mais limitadas com pneus radiais, existem também as categorias FL1 e FL2 que permitem o uso de pneus Slicks e aerodinâmica nos carros (aerofólios e spolios), isto, segundo o nosso amigo Niltão Amaral, fez com que o gride aumentasse porque deu chance para carros que estavam parados da antiga D3 gaúcha e que estavam excluídos das provas, pudessem voltar a competir.

Abaixo, vídeo do Programa Curva do S com a prova que foi preliminar das 12 horas de Tarumã do ano passado e fotos dos carros e de provas desta categoria.


Tem até um Mini Cooper Correndo. Mais no final do vídeo dá para ver ele correndo.
Veja como é bonita a categoria. Opala que corriam na antiga Stock Car, fusca, DKW, Galaxie, Corcel, Puma, Mini, etc....
O Passatinho TS abóbora, um dos mais bonitos da categoria. (nós já temos o nosso aqui)
 Galaxie com spolio e estilo Formula 5000 paulistana da década de 80
 Puminha (já temos um também)
 Mini Cooper. Será convidado o nosso amigo Juarez Cordeiro a colocar o seu Mini nas corridas.
 Como é bonito os carros da Copa Classic acelerando.
 O puminha branco anda bem e estava liderando a prova
 Ouvir o ronco de um Maveco é algo maravilhoso
 Até uma carretera gaúcha também participa do campeonato.
 Um Fiat Caixotinho que lembra a pintura do Lotus que o Emerson foi campeão
 Não tem preço a imagem da foto. É como se estivéssemos vendo provas do início dos anos 60 e 70.
 Este Passat acredito que foi inspirado nos carros lá de Petrópolis da equipe Refricentro
 Carreteira, Galaxie e DKW. Três gerações de carros de distintas épocas do nosso automobilismo. Não tem preço também.
 Duas máquinas difíceis de serem tocadas, mas os pilotos são bem machos para segurar a bagaça.

CLASSIC CUP BRASILIENSE

As empresas que já estão apoiando a Classic Cup Brasiliense são estas:

M2 Design Gráfico/Impressos, Old Design Acessórios para Autos Antigos, Reforcel Escapamentos, Cromagem Manzi, Sulam Blindagens e Bancos de Competição, Pneulândia, ARTGRAFH, http://www.aparenciadocarro.com/, Veteran Car Clube de Brasília e Mocambo Blog.

Estamos precisando da confecção de Santo Antônio para um Puma e para o Passat. Quem se interessar na parceria é só nos contatar.

quinta-feira, 2 de maio de 2013

O ABANDONO DO AUTÓDROMO NELSON PIQUET

Semana passada estive visitando as instalações da arquibancada coberta e fiquei impressionado com o seu abandono.

As cadeiras estão quebradas, sujas, e não são usada pelo público, além das próprias instalações dentro do autódromo que estão há muito tempo precisando de reformas urgentes.
 
Reproduzo abaixo, matéria do jornal Correio Brasiliense sobre o autódromo de Brasília. 

"Com imagem de abandono, autódromo Nelson Piquet recebe reclamações dos pilotos.


Ed Alves/Esp. CB/D.A Press

Rachaduras no asfalto cortam o circuito de ponta a ponta
 
Há duas semanas o Autódromo Internacional de Brasília recebeu a segunda etapa de uma das mais importantes competições de motovelocidade do país, o Moto 1000 GP. O traçado de seis curvas para a esquerda e seis para a direita e 5.475 metros de extensão é considerado um dos mais técnicos e atraentes do país. Mas o cartão de visitas da capital ficou manchado. Embora o evento tenha sido um sucesso, os pilotos não conseguiram esconder a decepção com as condições da pista e dos boxes. E reclamaram. O Correio fez uma visita ao local. E constatou que os pilotos até economizaram nas críticas — talvez porque não chegaram a ver as arquibancadas e os banheiros que o público foi obrigado a usar.
Ed Alves/Esp. CB/D.A Press
Falta de cadeiras nas arquibancadas é outro problema grave no autódromo
 
A estrutura do Autódromo é a mesma há 37 anos. Desde que foi inaugurado, o local nunca passou por uma grande reforma. A pista, jamais recapeada, pode até ser uma espécie de orgulho para os candangos que estão na história da construção, mas se tornou um desafio perigoso para os novos pilotos. Duas rachaduras cortam o circuito de ponta a ponta e colocam em risco a segurança dos motociclistas que penam para manter o equilíbrio em cima das motos. Na área de escape da reta maior, de 750 metros, há valas que podem causar capotagens — fato que pode tirar Brasília do circuito do Moto 1000 GP no ano que vem. O organizador do evento, Alexandre Barros, que já correu no Mundial, não vinha à capital desde 1986 e não gostou nada do que viu. “Tirando o autódromo, tudo funcionou muito bem em Brasília. O público foi maravilhoso. Mas o lugar está judiado. Parece que foi construído há 50 anos e nunca mais fizeram uma reforma”, disse ao Correio. “E é uma pena, porque tem um traçado muito bonito, e uma ótima localização, fica bem no centro da cidade. Não existe um autódromo no Brasil com um traçado técnico parecido”, ressalta.

Se na pista os problemas são as rachaduras, do lado de fora, nos boxes, a quantidade é incontável. Lá, o acesso é livre, já que não há portas. Mas também é inviável, dependendo da quantidade de pessoas e do tamanho do carro. Construído para automóveis de 1974, eles custam a comportar uma equipe completa dos dias de hoje. Os interruptores de energia parecem meros objetos de decoração, já que a instalação elétrica não funciona adequadamente. E os buracos e ranhuras estão por toda parte.

 

Ed Alves/Esp. CB/D.A Press

As placas de sinalização de velocidade e as grades de segurança são remendadas por arames. E as quatro arquibancadas cobertas, que deveriam comportar 11.500 pessoas, hoje já não têm essa capacidade, já que boa parte das cadeiras está quebrada.

O público que conseguir usar o banheiro do local terá de ficar sem lavar as mãos: as pias foram retiradas — não se sabe por quem — e apenas uma delas acabou substituída por uma bacia. Os banheiros mais distantes da área central são inutilizáveis e, como não há segurança, viraram point de um grupo que vai ao autódromo atrás de outra emoção, que não é a da velocidade: os usuários de drogas.

Nas mãos de Piquet

Em 1995, o autódromo foi arrendado do Governo do Distrito Federal (GDF) por uma empresa do tricampeão mundial de Fórmula 1 Nelson Piquet. Durante o período houve obras no circuito, como a criação de áreas de escape e caixas de brita nas principais curvas, além da colocação de pneus como proteção na pista e a construção de um muro ao redor do Autódromo. A participação de Piquet na administração se encerrou 10 anos mais tarde, em 2005.

Próximos eventos
» Copa Petrobrás de Marcas — 24 e 25 de setembro
» Stock Car — 15 e 16 de outubro
» Fórmula 3 Sul-Americana — 29 e 30 de outubro
» Fórmula Truck — 4 de dezembro


Uma conta que não fecha

Quando se trata de dinheiro e faturas, é impossível saber ao certo quanto se paga para fazer um evento esportivo no Autódromo Internacional de Brasília. A organização do Racing Festival, que engloba as categorias Formula Future Fiat, Trofeo Linea, 600 Hornet e CB 300R (as duas últimas relativas à motovelocidade), afirma ter pagado à Federação de Automobilismo do Distrito Federal R$ 30 mil para utilizar o local de quinta-feira a domingo — as provas ocorreram apenas no fim de semana de 11 e 12 de junho. Em outro evento, Rui Rodrigues, responsável pela Copa Siddartha, realizada de 12 a 14 de agosto, diz que desembolsou apenas 10% desse valor para o fim de semana.

A matemática fica ainda mais complicada quando o secretário de Esportes do DF, Célio René Trindade, avisa que a diária cobrada para as competições esportivas é de R$ 300. O Correio tentou contato por telefone com o presidente da Federação de Automobilismo do Distrito Federal, Napoleão Augusto Ribeiro, por três dias, mas não foi atendido. Ao ir à sede da entidade, que fica no próprio Autódromo, na manhã de quinta-feira, um funcionário limitou-se a dizer que Ribeiro não costuma frequentar o local. E, quando vai, é à tarde.


Secretaria anuncia obras até dia 24

Ao ser procurada pela reportagem do Correio, a Secretaria de Esportes do Distrito Federal anunciou uma revitalização no autódromo e divulgou nota no site oficial. Até 24 de setembro, quando Brasília recebe a quinta etapa da Copa Petrobrás de Marcas, uma série de reformas priorizando a segurança será feita. Uma empresa teria sido contratada para refazer a parte elétrica dos boxes e tentar ampliá-los, bem como para fazer uma instalação de água no local e colocar portas. O posto médico será ampliado e também haverá melhorias no sistema de esgoto. Por enquanto não haverá nenhuma reforma nos banheiros e na parte voltada ao público.

“Estamos com um espaço que precisa receber uma reforma muito maior, mas que precisa de uma questão orçamentária que nós não temos”, explicou o secretário de Esportes do DF, Célio René Trindade. Segundo Trindade, há ainda um grande projeto para incluir a capital na rota dos maiores eventos automobilísticos do mundo. Para isso, o bicampeão mundial Emerson Fittipaldi entrou no comitê para ajudar na captação de grandes provas. “Os nossos boxes são muito antigos, e precisam ser refeitos, mas precisamos ter a garantia de que teremos grandes eventos aqui”, completa."

terça-feira, 30 de abril de 2013

CLASSIC CUP BRASILIENSE COMEÇA A GANHAR VIDA

É apenas o começo de uma idéia que já está ganhando força entre pilotos e apaixonados por automobilismo antigo aqui em Brasília: o da criação de uma categoria que trará de volta carros de competições que se consagraram nas pistas brasileiras nas décadas de 60 à 80. Passats, Pumas, Fuscas, Chevetes, Mavericks, Opalas, Karmann Ghias, Gordinis, Porsches, Alfas, DKWs, entre tantos outros que fizeram parte do automobilismo brasileiro desta época.
Clay Lopes, Rogério Braga e Jovino Benevenuto, já estão com alguns carros prontos e a pretensão, no momento, é ir inserindo estes carros nos Track Days de Carros Antigos que estão sendo realizados em conjunto com a Copa do Centro Oeste de Marcas e Pilotos para divulgação e incentivar outros pilotos a fazerem carros para criarmos ano que vem a categoria aqui em Brasília.
A Classic Cup Brasiliense vem resgatar um automobilismo romântico quando os carros eram construídos em pequenas oficinas e até em garagens improvisadas, como acontecia naqueles velhos e bons tempos e os carros serão praticamente originais de fábrica: (Grupo N) com pequenas alterações em sua preparação para as pistas, como a instalação de Santo Antônio, amortecedores originais retrabalhados, rebaixamento da suspensão, carburadores originais e retrabalhados, aumento da taxa de compressão e pneus radiais originais.
Tudo isto é para que a categoria tenha um custo baixo e acessível para aqueles que, por exemplo, que brincam no Track Day, possam, com pequenas modificações, participarem futuramente desta categoria que é sucesso em todo o mundo.
 
O próximo Track Day  de Carros Antigos e a Copa do Centro Oeste de Marcas e Pilotos está marcado para o início de agosto.
 
Quem tiver um carro antigo com mais de 25 anos de uso e quiser participar, é só nos procurar.
 
Algumas parcerias já foram firmadas e já nos estão apoiando:
 
M2 Design Gráfico/Impressos, Old Design Acessórios para Autos Antigos, Reforcel Escapamentos, Cromagem Manzi, Sulam Blindagens e Bancos de Competição, Pneulândia, ARTGRAFH, http://www.aparenciadocarro.com/, Veteran Car Clube de Brasília e Mocambo Blog.



 
Rogério Braga, piloto com experiência em categorias de turismo e Espron BMW e Clay Lopes, piloto de Kart Vintage e da Formula Vee Paulistana, estão preparando o Passatinho TS já para o próximo Track Day.
   O carro deverá ir para a lanternagem e pintura esta semana
É o modelo de Passat mais bonito de todos eles
E o Mocambo Blog e o VCC de Brasília estarão presentes nesta empreitada
Motores 1.6 originais com pequenas alterações
 Eu estarei presente com este puminha que já está sendo preparado já para o próximo Track Day (com o novo Lay Out)
A idéia é termos um gride cheio como este do Track Day deste ano com este visual aí da foto
 
OBS: estou precisando da confecção de um "Santo Antônio" e outros acessórios para o meu Puma. Se alguém quiser fazer uma parceria eu publicarei propaganda da empresa no blog e no meu carro. O meu contato é: 61-96543486