quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

MORREU EMILIO ZAMBELLO


Presidente do Automóvel Clube Paulista e um grande batalhador do automobilismo faleceu na noite dessa quarta-feira.
Faleceu as 23h da última quarta-feira (15/01) o piloto e presidente do Automóvel Clube Paulista, Emílio Zambello.

À frente da organização da tradicional prova dos 500 Km de Interlagos, Emílio será velado a partir das 10h no Cemitério do Morumbi; no mesmo local a partir das 16h acontecerá o enterro.

Confira um pouco sobre a história de Emílio Zambello retirada do site Nobres do Grid:

Piazzola Sul Brenta é uma pequena comunidade agrícola, localizada na província de Padova, na região do Veneto. Atualmente, segundo o último censo italiano, com pouco mais de dez mil habitantes. Em 6 de novembro de 1926, não tinha mais do que 5 mil e entre as famílias que lá trabalhavam a terra, estava a família Zambello... estava, não: está!


Marivaldo e Zambello vencedores dos Mil quilômetros de Brasília de 70

A casa e a propriedade de cerca de 10 alqueires onde Emilio Virginio Zambello, o primeiro de seis irmãos, nasceu continua de pé e ainda pertence à família. A irmã mais nova, Maria, ainda mora lá e Emilio faz questão de ficar “em casa”, usando o mesmo quarto no qual dormia, todas as vezes que viaja (três a quatro vezes por ano) ao país de origem.

Em sua infância e juventude, estudou e trabalhou na região natal, na propriedade da família. A família cultivava trigo. Mas a paixão por mecânica já era latente no jovem Emilio, que após a guerra trabalhou com reparo, compra e venda de motocicletas, em geral sobras de guerra. Uma guerra que, por muito pouco, ele não teve que alistar-se ao exército de Benito Mussolini e “pegar em armas”.

Em 1949 ele tomou uma decisão que mudaria sua vida para sempre: Decidiu sair de casa e “conquistar o mundo”. Passando pela suíça, foi “subindo o continente” até chegar à Suécia e em Estocolmo, através de um amigo no consulado, conseguiu um emprego e um novo desafio: Ele foi ser timoneiro em um navio que havia sido vendido para o Brasil e de lá a tripulação viria para entregá-lo e posteriormente retornar... ou não.

Foram 30 dias de viagem e o navio atracou no porto de Santos no dia 02 de janeiro de 1950. Emilio já tinha em mente ficar no Brasil e tentar se estabelecer no país trabalhando naquilo que gostava: mecânica de automóveis.

No Brasil, Emílio tinha uma referência, um amigo da família e que era natural da mesma região, o padre Romano Bevilacqua e foi através da ajuda do amigo, que ainda é vivo e que não só casou Emílio com D. Dirce mas também batizou os filhos Rita, Silvio e Sergio, e assim estabeleceu-se em São Paulo, tendo como primeiro emprego a surpervisão do armazém da Atlantic, empresa de combustíveis e postos de gasolina estabelecida no país.

Depois de um ano no Brasil, Emílio comentou com um colega de empresa, que trabalhava na área de venda de óleo, que gostaria de comprar uma oficina mecânica, ter um negócio seu aqui no Brasil... o colega falou que sabia de uma para vender, que ficava na Senador Queiroz, 450, esquina com a 25 de março, bem no centro de São Paulo... Eles foram lá, viram o local, o ferramental e acabou por fechar negócio.

Para trabalhar com ele, na nova empreitada, Emilio foi atrás de um outro italiano que conhecia de Pádova, Ruggero Peruzzo. Mecânico dos bons e assim começaram o novo negócio... Ruggero cuidava dos carros e Emílio da parte comercial da “Garagem Fulgor”.

Na área comercial, ficou conhecendo Ângelo Juliano, que era proprietário de uma loja de autopeças na Av. São João e através do parceiro comercial, passou a receber alguns “clientes especiais”: pilotos de corrida. Entre revisões, reparos e preparações, começaram também o serviço de amaciamento de motores em Interlagos... estava aí o estopim para que o “velocitococus” infectasse de vez Emilio Zambello.

Era ele quem ia para a pista amaciar os motores, rodando por horas e horas. Algumas vezes os pilotos reclamavam de que o motor não estava como eles queriam e era Emilio quem ia para a pista conferir qual era o problema... se é que havia um. Com isso, além de “pegar a mão” do circuito, ele percebeu que estava virando tempos tão bons ou até melhores que alguns de seus clientes... a decisão de correr não demorou muito a ser tomada!
 


A primeira prova foi uma preparatória, antes do início do campeonato paulista, com um Fiat 600, equipado com um motor de 633cc e que terminou em 8º na geral, sendo o 2º para carros com motores de menos de 750cc, no dia 16 de maio de 1954. Na prova de abertura do certame, dia 11 de julho foi o 4º na geral, sendo o vencedor na sua categoria.

Apesar da vitória e de outras provas disputadas, era difícil engolir o carros mais potentes passando por ele durante as corridas. Assim, logo passou a competir com um carro motor de 1.1 litro. Contudo, foi apenas em 1957 que foi desenvolvido na sua garagem um carro que seria o terror da categoria T 2.0. Era o Fiat “Fulgor”, com um motor de 1089cc, mas que era um ‘verdadeiro fulgor’.

Os negócios iam bem e em 1957 foi aberta a “Autopeças Fulgor”, na rua Jesuíno Pascoal, com Emilio deixando o garagem sob os cuidados de Peruzzo e de Vitório Zambello, irmão que viera depois para o Brasil.

Depois de diversas provas disputadas individualmente, em 1958 veio a participação nos 500Km de Interlagos, onde Emilio Zambello e Ruggero Peruzzo dividiram o volante de uma Cisitalia 202, preparada na sua oficina. Ficaram com a primeira colocação entre os mecânica nacional até 2.0 litros.

Emilio descobriu seu ‘balanço’ entre velocidade e constância nas provas longas e passou a ser um dos mais respeitados pilotos neste tipo de corrida. Para o ano de 1961, comprou uma Maserati que pertencia a Henrique Casini, com um motor V8 de 4.500cc, novo em folha que o próprio Zambello foi comprar na Itália. O carro era um verdadeiro canhão! A prova dos 500 Km daquele ano foi um passeio do trio formado por Emílio, Peruzzo e Celso Lara Barberis.

Emilio sempre deu preferência a correr com carros italianos. A única vez que ele “traiu a pátria” foi em 1963, em Porto Alegre, quando disputou as 500 milhas de Porto Alegre em dupla com Marivaldo Fernandes.

No ano anterior, os laços com um outro italiano começaram a se estreitar e desta amizade veio a surgir uma das mais famosas duplas e – posteriormente – equipe do automobilismo brasileiro. Este personagem era ninguém menos que Piero Gancia, que foi apresentado a Emilio por Ruggero Peruzzo.

A parceria foi muito além das pistas uma vez que, juntos, abriram a Jolly Automóveis, no bairro de Santa Cecília, na rua Frederico Steidel, com Emilio tendo conseguido a representação dos carros da Alfa-Romeo. Foram importados as Alfa Giulia em suas versões e que fizeram grande sucesso dentro e fora das pistas.

A Equipe Jolly, que muitos historiadores referem-se como Jolly-Gancia, marcou época no automobilismo brasileiro. Eram carros potentes, estáveis e resistentes, bem a feitos tanto as provas rápidas com as provas longas. Em provas curtas, corriam em carros separados, em provas longas, correram várias vezes em dupla e outras tantas com parceiros como Marivaldo Fernandes e Ubaldo Cesar Lolli, com quem venceu as 24 horas de Interlagos ao volante de uma Giulia-Super.

Na segunda metade da década de 60 e nos primeiros anos da década de 70 a história de Emilio Zambello confunde-se de tal forma com a da equipe que é difícil separar até mesmo as biografias dele e do amigo Piero.

O Alfa Giulia era fenomenal. Na primeira participação nas provas nacionais, Emilio e Piero venceram as 6 Horas de Interlagos. Na verdade chegaram em segundo, na geral, mas em primeiro na categoria. Depois, importaram "um Grand Turismo puro sangue": o Alfa GTA. Em pouco mais de 20 corridas, Emilio ganhou oito, o mesmo número de vitórias que conquistaria, dessa vez na geral, com outro possante, o Alfa GTA-M, com motor de 2 litros. Um carro ainda mais marcante na história das nossas pistas.

Uma corrida que Emílio faz questão de lembrar é a inauguração do asfalto do autódromo de Curitiba. Onde a equipe Jolly fez dobradinha com sua vitória e o segundo lugar do Wilsinho Fittipaldi.

Os maiores nomes do nosso automobilismo procuraram correr na equipe Jolly, alguns deles conseguiram como José Carlos Pace, Marivaldo Fernandes, Tite Catapani, Wilsinho Fittipaldi, Graziela Fernandes Santos entre outros, Emerson Fittipaldi disputou uma prova e os irmãos Alcides e Abílio Diniz também pilotaram as Alfas.

Em 1971 Emilio disputou suas últimas provas. A derradeira delas foi no dia 7 de setembro, a principio seria em dupla com Abílio Diniz, entretanto, o parceiro teve um mal estar e Emilio acabou por disputar sozinho os 500 Km de Interlagos.

Na memória do decano campeão ainda é forte a lembrança da entrega dos 3 capacetes de ouro que ele recebeu, um deles das mãos do inesquecível Juan Manuel Fangio.

Os carros importados foram proibidos de participar de competições nacionais no final daquele ano e esta decisão fez com que a equipe fechasse as portas, para tristeza de muitos fãs e emprobecimento das nossas corridas.

Emilio encerrou a carreira como piloto, mas não a de empresário bem sucedido, mantendo a importação dos carros para o público até que, em 1975 foram proibidas as importações de veículos inclusive para o público. Foi um duro golpe, mas não o suficiente para esmorecer o lutador italiano.

Ele continuava ligado ao ramo automotivo e era membro do Automóvel Clube Paulista, do qual veio a se tornar presidente anos depois. Nos negócios, começou a produzir rodas esportivas: as famosas rodas Jolly! Posteriormente ele também passou a importar pneus, mas poucos anos depois os pneus foram proibidos de ser importados.

Empreendedor, há alguns anos Emilio Zambello não se deixou parar no tempo e com olhos voltados para o futuro passou a investir num seguimento não apenas politicamente correto mas também de excelente retorno: a reciclagem de pneus.

Ele foi a Itália e fechou contrato como duas empresas produtoras de máquinas trituradoras e que são capazes de separar em um pneu, por exemplo, as resinas, o aço e atender clientes para produção de tapetes, asfalto, siderúrgicas, etc. Empresa que ele, ainda hoje, aos 84 anos, preside com dinamismo e visão atuais.

No meio automobilístico, como presidente do Automóvel Clube Paulista, que tem sede numa das esquinas do cruzamento da Avenida 9 de Julho com a Avenida Brasil, um dos metros quadrados mais valorizados do país, Emilio está à frente há 10 anos, e tem como uma de suas conquistas foi a volta da realização da tradicional prova dos 500 Km de Interlagos.

Emilio é o retrato mais fiel do apaixonado automobilista que tem a velocidade no sangue, que seu nome sempre ficará marcada na memória e na história do nosso automobilismo.

Fonte, a matéria é do Nobres do Gride

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

JOSÉ CARLOS PACE VISITA FORTALEZA EM 75

Quando Paulo César Lopes corria pela Planalto de Automóveis com um maveco azul e branco eu trabalhava nesta concessionária Ford e tive o prazer de ver este carro várias vezes lá na oficina fazendo os acertos para as provas que eram realizadas aqui em Brasília.
 
O amigo Roberto Costa já havia me falado que o destino deste carro foi Fortaleza onde disputou algumas provas lá.
 
Mas em 1975, José Carlos Pace foi à Fortaleza e deu algumas voltas lá.
 
O relato abaixo é do próprio Roberto Costa feito nos comentários do post sobre o autógrafo de Moco.
 
"O Ford Maverick da Planalto que era pilotado pelo Paulo Cesar Lopes foi vendido para Fortaleza e na prova de estréia "200 Milhas Noturnas" José Carlos Pace deu algumas voltas antes da largada e autografou o carro logo abaixo do número pintado no capô. Vou ver se consigo uma foto!

Nas estreia correram Norman Casari (que depois ficou responsável pela preparação e manutenção do mesmo) e o Paulo Cesar Lopes que foram vencedores. A partir daí a pilotagem foi assumida Luiz Pontes que foi campeão regional na Divisão 1 classe C".
 
O filme é um Super 8 realizado em dezembro de 1975 em Fortaleza. Destacam-se as presenças dos jornalistas Jose Rangel e Nazareno Albuquerque. Telecinagem realizada por HF Digital (85).
 
O filme é uma raridade e foi indicado pelo Juninho Fonseca.



domingo, 12 de janeiro de 2014

O AUTÓGRAFO DE JOSÉ CARLOS PACE

José Carlos Pace, o Moco, foi um dos maiores pilotos brasileiros de todos os tempos, mesmo quando já estava correndo na F1 ele vinha à Brasília disputar provas de endurance como os Mil Quilômetros de Brasília e os 500 Km de Brasília. Ele juntamente com o Paulo Gomes venceu uma destas corridas, acredito que foi os 500 Km.
 
Trabalhei na concessionária Ford em 1976 e 1977 e tive o prazer de conhecê-lo pessoalmente quando ele esteve lá visitando a Planalto de Automóveis que dava apoio às equipes da Ford.
 
Mas 1 ano antes, foi inaugurada esta concessionária e o amigo Ismael que era ainda um menino conseguiu um autógrafo dele e o guardou até hoje e me presenteou esta semana.
 
Para os saudosistas como eu, é uma ótima recordação deste grande piloto que teve a sua vida e carreira encerrada no auge quando tinha tudo para ser um grande campeão.
 

sábado, 11 de janeiro de 2014

PEDRO PIQUET DISPUTA O TOYOTA RACING SERIES NA NOVA ZELÂNDIA

Pedro Piquet começa a sua tragetória rumo à Formula 1 disputando as suas primeiras provas de Fórmula na Nova Zelândia. Pedro disputará 15 etapas em cinco finais de semana do Toyota Racing Series.
 
A primeira prova foi realizada ontem (10/01) e Pedro largou na 9ª posição, mas teve problemas e não terminou a prova.
 
O Mocambo Blog acompanhará o Toyota Racing Series com as provas de Pedro Piquet.

 A foto acima me foi enviada pelo próprio Piquet pelo Whatsapp




Abaixo, link com matéria feita pela TV da Nova Zelândia com Piquet e o Pedrinho.

http://www.3news.co.nz/Motor-racing-Piquet-family-in-Invercargill/tabid/415/articleID/327679/Default.aspx#.Us8tCW2kUug.facebook

quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

DENISIO CASARINI E O SEU INCRÍVEL ACIDENTE

Um dos maiores pilotos de motos brasileiros, Denísio Casarini, marcou época no motociclismo juntamente com outros de sua época como Walter Tucano Barchi, Adu Celso, Edmar Ferreira, é entrevistado no Momentomoto. Ele fala de sua carreira e de um acidente que ele sofreu na disputa das 200 milhas de Interlagos de 1973. Ele vinha disputando a segunda colocação e na última volta emparelhou com uma outra moto e acabou que ele sofreu um acidente imortalizado pelas 16 fotos seqüenciais de um esperto fotógrafo e que rodou o mundo todo na época.
 
 
No vídeo abaixo, veja a entrevista dele e a seqüência das fotos deste acidente




domingo, 29 de dezembro de 2013

PIQUET EM GOODWOOD - A MONTAGEM DO CARRO

Muito legal este vídeo que mostra a montagem do motor BMW do Brabham BT 52 em que Piquet foi Bicampeão em 83, os testes com o piloto Marc Surer, e a apresentação dele no Festival de Goodwood.


 

sábado, 28 de dezembro de 2013

TABELA DE POTÊNCIA DE MOTORES VW BOXER NO BRASIL

PARA QUEM GOSTA DE MOTORES VW BOXERS.
Tabela de potência de motores VW ar no Brasil
No Brasil tivemos:
Motor1200, foi usado desde o início do Fusca até 12/66.
Prefixo dos Motores: B 
Cilindrada: 1192cm3 
Diâmetro do pistão: 77mm 
Curso do virabrequim: 64mm 
Potência: 
36cv@3700RPM (SAE) / 30cv@340RPM (DIN) 
Motores 1300, de 01/67 até 12/83
Prefixo dos motores: BF; BJ; BY (gas); BK; BM (alc).
Cilindrada:1285cm3
Diâmetro do pistão: 77mm
Curso do Virabrequim: 69mm
Potência:
46cv@4600RPM (SAE) / 38cv@4000RPM (DIN) – BF e BJ
49cv@4400RPM (SAE) / 42cv@4200RPM (DIN) – BK
50cv@4400RPM (SAE) / 42cv@4200RPM (DIN) – BM e BY
Motor 1500, de 01/67 até 10/75
Prefixo dos motores: BH
Cilindrada:1493cm3
Diâmetro do pistão: 83mm
Curso do Virabrequim: 69mm
Potência: 52cv@4600RPM (SAE) / 42cv@4000RPM (DIN)
Motores 1600, de 01/69 até...
Prefixo dos motores: BA; BB; BD; BG; BN; BV; BZ; UA; UF; UFA; UG; (gas); BP; BX; UJ; UJA; UK (alc).
Cilindrada:1584cm3
Diâmetro do pistão: 85,5mm
Curso do Virabrequim: 69mm
Potência:
58cv@4400RPM (SAE) / 48cv@4000RPM (DIN) – BA; BZ
60cv@4600RPM (SAE) / 50cv@4200RPM (DIN) – BB
65cv@4600RPM (SAE) / 54cv@4200RPM (DIN) – BD; BG; BN; BV
67cv@4600RPM (SAE) / 56cv@4200RPM (DIN) – BV (só p/ Variant II)
66cv@5000RPM (SAE) / 55cv@4600RPM (DIN) – UA (taxa 7,2:1)
78cv@6100RPM (SAE) / 65cv@5600RPM (DIN) – UA (taxa 8,5:1 até 81)
45cv@4000RPM (DIN) – UF
53cv@4200RPM (DIN) – UFA
56cv@4500RPM (DIN) – UG
62cv@4800RPM (SAE) / 52cv@4400RPM (DIN) – BP
68cv@4800RPM (SAE) / 57cv@4400RPM (DIN) – BX
57cv@4200RPM (DIN) – UJ
58,7cv@4300RPM (DIN) – UJA
62cv@4500RPM (DIN) – UK
Motor 1700, a partir de 06/72 (SP2)
Prefixo dos motores: BL
Cilindrada:1678cm3
Diâmetro do pistão: 88mm
Curso do Virabrequim: 69mm
Potência:
75cv@5000RPM (SAE) / 65cv@4600RPM (DIN)
Os motores 1200, 1500 e 1300 gasolina tem sempre carburador simples.
Os 1300 e 1600 a álcool, assim como o 1700 a gasolina tem dupla carburação.
Os 1600 a gasolina podem ter 1 ou 2 carburadores:
1 carburador : BA; BB; BZ e UF
2 carburadores: BD; BG; BN; BV; UA; UFA e UG.
Nesta tabela os motores torque são os 1600cm3 de prefixos:
UF; UFA; UG; UJ; UJA; UK

O motor torque na realidade é de 84 em diante, e é caracterizado por cabeçotes de 6 aletas no lugar das 8 do antigo, válvulas de escape de menor diâmetro, pistões diferentes com anéis de menor espessura e formato da cabeça diferenciados, taxa de compressão mais alta &,5 contra 7,2 do antigo no gasolina e 11:1 contra 10;1 do antigo no álcool.
Fora isto algumas mudanças de carburação e comando de válvulas com diagrama mais agressivo.
Estas mudanças geram melhor curva de torque sem perda de rotação, a não ser nas versões da Kombi, que recebiam carburadores com venturis menores (no gasolina) e comando mais manso, aumentando ainda mais o torque e aí sim perdendo rotações úteis.
Na prática todo motor pós 84 é chamado torque, porém os da Kombi desta época são mais limitados em relação a rotações mais altas.

Meu Fusca 1985 tem motor prefixo UJ e tem 57cv@4200RPM (DIN) e aproximadamente 67cv@4200RPM (SAE)

Tabela de referência de cilindradas de motor


Virabrequim X pistão = Cilindrada (cc)

O Fusca 1985 tem virabrequim 69 X pistão 85,5 = 1585cc (1600)
Tabela de potência de motores VW ar no Brasil
No Brasil tivemos:
Motor1200, foi usado desde o início do Fusca até 12/66.
Prefixo dos Motores: B
Cilindrada: 1192cm3
Diâmetro do pistão: 77mm
Curso do virabrequim: 64mm
Potência:
36cv@3700RPM (SAE) / 30cv@340RPM (DIN)
Motores 1300, de 01/67 até 12/83
Prefixo dos motores: BF; BJ; BY (gas); BK; BM (alc).
Cilindrada:1285cm3
Diâmetro do pistão: 77mm
Curso do Virabrequim: 69mm
Potência:
46cv@4600RPM (SAE) / 38cv@4000RPM (DIN) – BF e BJ
49cv@4400RPM (SAE) / 42cv@4200RPM (DIN) – BK
50cv@4400RPM (SAE) / 42cv@4200RPM (DIN) – BM e BY
Motor 1500, de 01/67 até 10/75
Prefixo dos motores: BH
Cilindrada:1493cm3
Diâmetro do pistão: 83mm
Curso do Virabrequim: 69mm
Potência: 52cv@4600RPM (SAE) / 42cv@4000RPM (DIN)
Motores 1600, de 01/69 até...
Prefixo dos motores: BA; BB; BD; BG; BN; BV; BZ; UA; UF; UFA; UG; (gas); BP; BX; UJ; UJA; UK (alc).
Cilindrada:1584cm3
Diâmetro do pistão: 85,5mm
Curso do Virabrequim: 69mm
Potência:
58cv@4400RPM (SAE) / 48cv@4000RPM (DIN) – BA; BZ
60cv@4600RPM (SAE) / 50cv@4200RPM (DIN) – BB
65cv@4600RPM (SAE) / 54cv@4200RPM (DIN) – BD; BG; BN; BV
67cv@4600RPM (SAE) / 56cv@4200RPM (DIN) – BV (só p/ Variant II)
66cv@5000RPM (SAE) / 55cv@4600RPM (DIN) – UA (taxa 7,2:1)
78cv@6100RPM (SAE) / 65cv@5600RPM (DIN) – UA (taxa 8,5:1 até 81)
45cv@4000RPM (DIN) – UF
53cv@4200RPM (DIN) – UFA
56cv@4500RPM (DIN) – UG
62cv@4800RPM (SAE) / 52cv@4400RPM (DIN) – BP
68cv@4800RPM (SAE) / 57cv@4400RPM (DIN) – BX
57cv@4200RPM (DIN) – UJ
58,7cv@4300RPM (DIN) – UJA
62cv@4500RPM (DIN) – UK
Motor 1700, a partir de 06/72 (SP2)
Prefixo dos motores: BL
Cilindrada:1678cm3
Diâmetro do pistão: 88mm
Curso do Virabrequim: 69mm
Potência:
75cv@5000RPM (SAE) / 65cv@4600RPM (DIN)
Os motores 1200, 1500 e 1300 gasolina tem sempre carburador simples.
Os 1300 e 1600 a álcool, assim como o 1700 a gasolina tem dupla carburação.
Os 1600 a gasolina podem ter 1 ou 2 carburadores:
1 carburador : BA; BB; BZ e UF
2 carburadores: BD; BG; BN; BV; UA; UFA e UG.
Nesta tabela os motores torque são os 1600cm3 de prefixos:
UF; UFA; UG; UJ; UJA; UK

O motor torque na realidade é de 84 em diante, e é caracterizado por cabeçotes de 6 aletas no lugar das 8 do antigo, válvulas de escape de menor diâmetro, pistões diferentes com anéis de menor espessura e formato da cabeça diferenciados, taxa de compressão mais alta &,5 contra 7,2 do antigo no gasolina e 11:1 contra 10;1 do antigo no álcool.
Fora isto algumas mudanças de carburação e comando de válvulas com diagrama mais agressivo.
Estas mudanças geram melhor curva de torque sem perda de rotação, a não ser nas versões da Kombi, que recebiam carburadores com venturis menores (no gasolina) e comando mais manso, aumentando ainda mais o torque e aí sim perdendo rotações úteis.
Na prática todo motor pós 84 é chamado torque, porém os da Kombi desta época são mais limitados em relação a rotações mais altas.

Meu Fusca 1985 tem motor prefixo UJ e tem 57cv@4200RPM (DIN) e aproximadamente 67cv@4200RPM (SAE)

Tabela de referência de cilindradas de motor


Virabrequim X pistão = Cilindrada (cc)

O Fusca 1985 tem virabrequim 69 X pistão 85,5 = 1585cc (1600)
Tabela de potência de motores VW ar no Brasil
No Brasil tivemos:
Motor1200, foi usado desde o início do Fusca até 12/66.
Prefixo dos Motores: B
Cilindrada: 1192cm3
Diâmetro do pistão: 77mm
Curso do virabrequim: 64mm
Potência:
36cv@3700RPM (SAE) / 30cv@340RPM (DIN)
Motores 1300, de 01/67 até 12/83
Prefixo dos motores: BF; BJ; BY (gas); BK; BM (alc).
Cilindrada:1285cm3
Diâmetro do pistão: 77mm
Curso do Virabrequim: 69mm
Potência:
46cv@4600RPM (SAE) / 38cv@4000RPM (DIN) – BF e BJ
49cv@4400RPM (SAE) / 42cv@4200RPM (DIN) – BK
50cv@4400RPM (SAE) / 42cv@4200RPM (DIN) – BM e BY
Motor 1500, de 01/67 até 10/75
Prefixo dos motores: BH
Cilindrada:1493cm3
Diâmetro do pistão: 83mm
Curso do Virabrequim: 69mm
Potência: 52cv@4600RPM (SAE) / 42cv@4000RPM (DIN)
Motores 1600, de 01/69 até...
Prefixo dos motores: BA; BB; BD; BG; BN; BV; BZ; UA; UF; UFA; UG; (gas); BP; BX; UJ; UJA; UK (alc).
Cilindrada:1584cm3
Diâmetro do pistão: 85,5mm
Curso do Virabrequim: 69mm
Potência:
58cv@4400RPM (SAE) / 48cv@4000RPM (DIN) – BA; BZ
60cv@4600RPM (SAE) / 50cv@4200RPM (DIN) – BB
65cv@4600RPM (SAE) / 54cv@4200RPM (DIN) – BD; BG; BN; BV
67cv@4600RPM (SAE) / 56cv@4200RPM (DIN) – BV (só p/ Variant II)
66cv@5000RPM (SAE) / 55cv@4600RPM (DIN) – UA (taxa 7,2:1)
78cv@6100RPM (SAE) / 65cv@5600RPM (DIN) – UA (taxa 8,5:1 até 81)
45cv@4000RPM (DIN) – UF
53cv@4200RPM (DIN) – UFA
56cv@4500RPM (DIN) – UG
62cv@4800RPM (SAE) / 52cv@4400RPM (DIN) – BP
68cv@4800RPM (SAE) / 57cv@4400RPM (DIN) – BX
57cv@4200RPM (DIN) – UJ
58,7cv@4300RPM (DIN) – UJA
62cv@4500RPM (DIN) – UK
Motor 1700, a partir de 06/72 (SP2)
Prefixo dos motores: BL
Cilindrada:1678cm3
Diâmetro do pistão: 88mm
Curso do Virabrequim: 69mm
Potência:
75cv@5000RPM (SAE) / 65cv@4600RPM (DIN)
Os motores 1200, 1500 e 1300 gasolina tem sempre carburador simples.
Os 1300 e 1600 a álcool, assim como o 1700 a gasolina tem dupla carburação.
Os 1600 a gasolina podem ter 1 ou 2 carburadores:
1 carburador : BA; BB; BZ e UF
2 carburadores: BD; BG; BN; BV; UA; UFA e UG.
Nesta tabela os motores torque são os 1600cm3 de prefixos:
UF; UFA; UG; UJ; UJA; UK

O motor torque na realidade é de 84 em diante, e é caracterizado por cabeçotes de 6 aletas no lugar das 8 do antigo, válvulas de escape de menor diâmetro, pistões diferentes com anéis de menor espessura e formato da cabeça diferenciados, taxa de compressão mais alta &,5 contra 7,2 do antigo no gasolina e 11:1 contra 10;1 do antigo no álcool.
Fora isto algumas mudanças de carburação e comando de válvulas com diagrama mais agressivo.
Estas mudanças geram melhor curva de torque sem perda de rotação, a não ser nas versões da Kombi, que recebiam carburadores com venturis menores (no gasolina) e comando mais manso, aumentando ainda mais o torque e aí sim perdendo rotações úteis.
Na prática todo motor pós 84 é chamado torque, porém os da Kombi desta época são mais limitados em relação a rotações mais altas.

Meu Fusca 1985 tem motor prefixo UJ e tem 57cv@4200RPM (DIN) e aproximadamente 67cv@4200RPM (SAE)

Tabela de referência de cilindradas de motor


Virabrequim X pistão = Cilindrada (cc)

O Fusca 1985 tem virabrequim 69 X pistão 85,5 = 1585cc (1600)

sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

UM FELIZ NATAL PARA TODOS OS AMANTES DO AUTOMOBILISMO

Quem de nós apaixonados por velocidades e corridas não sonhou um dia em estar dentro de um Porsche 917 ou uma Ferrari 512 M! Ou mesmo uma Lola T 70 ou um Matra Simca, que povoaram os nossos sonhos mais distantes disputando as famosas 24 horas de Le mans, na França!

Quem sabe fazendo uma viagem nas míticas curvas inclinadas do circuito de Monza, na Itália, onde foi filmada uma das cenas do Filme Grand Prix!

Neste final de ano, quero homenagear todos os apaixonados por corridas e que freqüentam este espaço, como eu, com dois filmes que marcaram a nossa juventude: as 24 horas de Le mans e o filme ganhador de 3 oscars, Grand Prix, desejando a todos, um feliz natal com muita saúde, grana e muita paz.

As 24 horas de Le Mans, estrelada por Steve Macqueen, com roteiro de Harry Kleiner, música de Michel Legrand e direção de Lee H. Katzin, marcou toda uma geração e mostra a mais difícil e fascinante corrida de longa duração do mundo, com os mais belos e marcantes Esportes Protótipos de todos os tempos.




Aqui, cenas do início da prova, com a marcante batida de coração contabilizando os segundos finais para a bandeirada de largada.
 
O Porsche 908/2 com a câmera que fez parte das cenas.
 
Filmado em locações na França com excelente fotografia, Michael Delaney (Steve McQueen) retorna ao circuito de Le Mans determinado a vencer a prova e de quase ter morrido num acidente um ano atrás e sente-se atraído por Lisa Belgetti (Elga Andersen), a viúva do piloto que morreu no mesmo acidente e vive um conflito interno com sentimentos de culpa por achar-se como o possível causador do acidente.



Aqui a explosão da largada da prova.
 
Em Grand Prix, uma produção de Douglas& Lewis, com roteiro de Robert Alan Aurthur e direção de John Frankenheimer, com um elenco da pesada estrelado por James Garner, Eva Marie Saint, Yves Montand, Toshiro Mifune, Brian Bedford, Jessica Walter, Antonio Sabato e a belíssima Francoise Hardy.
 
Exibindo imagens realistas e técnicas inovadoras, com cenas de várias provas, como em Spa Francorchaps e Monza, no Grande Prêmio de Mônaco, Pete Aron (James Garner), um piloto americano que pilota um Jordan-BRM, tem problemas na caixa de marcha e sofre um acidente mergulhando no mar. Porém, o fato mais grave foi ter ferido seriamente o piloto inglês Scott Stoddard (Brian Bedford), seu companheiro de equipe. Este acidente provoca a demissão de Aron, que é contratado pela equipe japonesa Yamura. Durante a recuperação de Stoddard, sua mulher, Pat (Jessica Walter), se envolve com Aron, pois ela parece determinada em deixar Scott. Paralelamente o piloto francês Jean-Pierre Sarti (Yves Montand) e o piloto italiano Nino Barlini (Antonio Sabato), ambos da Ferrari, se envolvem com Louise Frederickson (Eva Marie Saint), uma jornalista americana, e Lisa (Françoise Hardy), uma bela jovem
Cenas da prova de Monza no circuito inclinado
Gosto dos dois filmes, mas confesso que as 24 horas de Le mans marcaram muito a minha vida.
(Filmes, You Tube, fotos, reprodução)

domingo, 15 de dezembro de 2013

THE RACING YEARS - 1960

Muito legal o vídeo abaixo mostrando os anos dourados das corridas de diversas categorias no ano de 1960. Fórmula 1, Esportes Protótipos, entre outros, disputam provas em circuitos tradicionais da época como Monza, Nurburgring, Mônaco e até na Argentina.

O interessante numa das provas disputadas no circuito da Argentina é que os carros paravam em um determinado ponto da pista e os mecânicos atiravam um balde cheio de água em cima do piloto para refrescar e eles voltavam à corrida. Isto poderá ser visto no quinto minuto do vídeo.
 
Ali também começava a despontar um dos maiores pilotos da história da Formula 1, Jim Clark que já beliscava algumas boas colocações nas provas.
 
Vale a pena ver todo o vídeo.



segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

TRADIÇÕES BRASILIENSES - SR. HENRIQUE DO SORVETE

A minha grande paixão sempre foi o automobilismo desde quando morava em Goiânia, minha cidade natal, e lá, ainda menino, adorava quando aparecia na rua de casa um amigo do meu pai de apelido Bepe num Land Rover 49 e dava uns cavalos de pau no campo de futebol de terra batida. Bepe era muito amigo do meu pai e tio de Dionísio Della Penna, pai dos amigos Plínio, João e Geovani Coqueiro.

Ali nascia a minha paixão por carros, motores envenenados, automobilismo, e quando mudamos para Brasília lá pelo meio da década de 60, fui morar na asa norte e a minha grande diversão era subir esta avenida a pé atrás das oficinas mecânicas e garagens onde estavam fazendo carros de corridas.
 
Acompanhei corridas de rua desde esta época e depois, quando foi inaugurado o autódromo Nelson Piquet aqui em Brasília, passei a ser um "rato de autódromo". Era só ouvir o ronco dos carros que eu e uns amigos rumávamos em direção ao autódromo.
 
Dentre tantas pessoas que circulavam por lá, uma se destacava pela assiduidade que ele freqüentava o autódromo desde a sua inauguração nos longínquos 1974, quando ele ficava nas arquibancadas com um isopor vendendo sorvetes e picolés para o público apaixonado pelo automobilismo.
 
Depois, ele conseguiu adentrar o autódromo e tornou-se uma figura sempre presente nos eventos automobilísticos e equipado com a máquina aí abaixo movida a pura energia vinda daqueles abnegados que acreditaram que, ao longo dos anos de trabalho e dedicação, pôde honestamente, durante décadas, se sustentar e manter a sua família e ser muito querido pelos pilotos, chefes de equipes, e o público que freqüentam o autódromo brasiliense.
 
Ele é uma figura que já está inserido nas personalidades marcantes da nossa cidade e que prestam um serviço à nossa sociedade, fazendo parte das tradições brasilienses automobilísticas.
 
Então, presto esta pequena homenagem a uma pessoa simples e comunicativa e que cativou a todos, o Sr. Henrique do sorvete.



sábado, 7 de dezembro de 2013

HARGREAVES TOMA POSSE NA PRESIDÊNCIA DO VCB

Tomou posse, neste sábado, a nova diretoria do Veteran Car Brasília para o biênio 2014/15 composta por Henrique Eduardo Ferreira Hargreaves, o novo presidente do clube, os diretores, Magda Ferreira, Juarez Cordeiro, Nelson Piquet e Roberto Maurer, que terão como um dos maiores objetivos a consolidação da OSCIP, que foi concedida este ano para o VCB.
Paulo Afonso deixa a presidência do clube depois de um ótimo trabalho realizado, além da concessão da OSCIP, conseguiu transformar um galpão abandonado que servia de depósito para diversos carros, alguns deles, com mais de 8 anos parados lá, além de entulhos antigomobilísticos diversos, em um belo e confortável salão social, bem estruturado, onde os associados desfrutam de muito conforto.
Na ocasião, foi oferecido um coquetel regado a boas bebidas, salgadinhos e  bons papos antigomobilísticos.
Veja abaixo como foi a posse da nova diretoria.


O discurso do novo presidente. Bem objetivo, límpido e cristalino.
Hargreaves foi chefe da casa civil da Presidência da República do governo Itamar, além de ter sido também ministro da Previdência Social.
Paulo Afonso, o presidente que deixa o cargo, e Hargreaves, o novo presidente.
e uma placa foi afixada no VCB em homenagem a Paulo Afonso.

Sandra, Paniago do Puma Clube de Brasília, presitigiam o presidente eleito Hargreaves
  Diretoria do Puma Clube de Brasília prestigiando a posse do novo presidente do VCB





 Giovani abre os trabalhos de posse da nova diretoria.














 e os belos puminhas colorindo a posse do novo presidente.


 Jaguar de Nelson Piquet e a BMW mais bonita de Brasília




  A placa em homenagem aos trabalhos realizados pelo presidente Paulo Afonso
Paulo Afonso e duas filhas que vieram de São Paulo para o prestigiar.

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

PIQUET CAMPEÃO EM 1981 - VIDEO INÉDITO

O vídeo abaixo é inédito e faz parte do acervo do Alessandro Neri. 

Em 1981, Piquet sagra-se campeão da Formula 1 pela primeira vez conquistado em Las Vegas/USA. 
O cansaço, o tumulto, o calor e somado-se a tudo isto, a emoção e o extravaso do primeiro título mundial da F1 do campeão. 
Vale a pena ver o vídeo.



EXCLUSIVO - O PROJETO DO BUGGY DA PUMA QUE NÃO SAIU

O retrato aí abaixo é inédito e me foi confiado há uns três anos atrás pelo amigo Genaro que trabalhou por 4 anos na fábrica da Puma.

É um desenho de um Buggy que foi encomendado pelos suíços para que a Puma fabricasse um Buggy para exportação para aquele país.
 
E a puma confiou o projeto para um italiano que trabalhava na Ford como design de carrocerias chamado Francisco que estava desenvolvendo o referido projeto em 1969/70.
 
No desenho abaixo, vê-se a foto do Buggy e o projeto frontal ainda na prancheta sendo feito pelo Genaro, mas por algum motivo, os suíços não se interessaram pelo projeto e ele acabou sendo esquecido.
 
No detalhe, a foto do desenho feito pelo italiano da Ford.
 
Aqui a foto, o desenho começando a ganhar forma e um decalque original da puma.

Mas este não foi o primeiro projeto de buggy encomendado à Puma. O famoso buggy Kadron que foi imortalizado pelo grupo roqueiro Mutantes (veja foto abaixo), também foi produzido pela puma quando eles fabricavam a carroceria e os moldes e já laminados eram entregues para a Kadron para montagem.
 
Rita Lee, Serginho Batista e Arnaldo Batista acompanhados dos belos cachorrinhos.
O Kit que a Kadron produzia para montagem
E aqui ele todo montado e que ficou marcado com estas cores.
 
As informações e fotos foram passadas pelo próprio Genaro que tem uma oficina de restauração de Pumas e carros de fibra em Alexânia/GO.